Os Homens e as Sombras

Ciclo Port-Wine - Vol. II

de Alves Redol
Editor: Editorial Caminho, fevereiro de 2015 ‧
18,90€
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A trilogia que constitui o Ciclo Port-Wine, Horizonte Cerrado (1949), Os Homens e as Sombras (1951) e Vindima de Sangue (1953) vai ser, entre os projectos literários romanescos de Alves Redol, o de mais dilatadas ambições, podendo nós dizer que não há uma obra de ficção em toda a literatura portuguesa que se lhe compare quanto à ambição dos propósitos.

Alexandre Pinheiro Torres

Os Homens e as Sombras

Ciclo Port-Wine - Vol. II

de Alves Redol

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722127141
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: fevereiro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 209 x 18 mm
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722127141

Uma excelente narrativa

Ana Rita

Uma boa representação da vida transmontana escrita de uma forma rica e envolvente. Uma narrativa de muito valor e que nos mostra o verdadeiro custo da produção do tão conhecido vinho do Porto. Põe-nos a par não só da historia do vinho mas também do seu impacto nas gentes terra.

SOBRE O AUTOR

Alves Redol

Escritor português, natural de Vila Franca de Xira, António Alves Redol nasceu a 29 de dezembro de 1911 e faleceu 29 de novembro de 1969. Figura central do Neorrealismo português, foi autor de uma vasta obra ficcional, que inclui o teatro e o conto.
Filho de um pequeno comerciante ribatejano, obteve um curso comercial e, cedo, teve de se iniciar no mundo do trabalho. Ainda jovem, partiu para Angola à procura de melhores condições de trabalho, mas lá conheceu a pobreza e o desemprego. De regresso a Portugal, à capital, desenvolveu várias atividades profissionais e enveredou nos meandros da oposição ao Estado Novo ingressando no Partido Comunista. De início, tornou-se colaborador do jornal O Diabo, mas a sua veia literária acabaria por se manifestar em 1939. Empenhado na luta de resistência ao regime salazarista, compreendeu a literatura como forma de intervenção social e, nesse mesmo ano, surgiu o seu primeiro romance, Gaibéus, cujo assunto, relacionado com problemas sócio-económicos vividos pelos ceifeiros, fez desta obra o marco do aparecimento do Neorrealismo.
A sua literatura não se caracteriza pela escrita de histórias ficcionadas, mas essencialmente pela abordagem da realidade social e de experiências vividas.

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