Os Guardas do Museu de Bagdad
SINOPSE
Se na nossa casa houver paz nada me garante que haja paz no mundo.
E se não houver paz no mundo, não pode haver nem segurança, nem justiça na nossa casa.
Limpa o terreiro em frente à tua porta e o mundo continuará sujo.
A fome não é só a dos meus filhos.
Durante a ocupação de Bagdad funcionários do Museu permanecem no interior do edifício na tentativa de proteger as obras lá encerradas. O conflito continua no exterior e os homens que lá permanecem começam a colocar a questão da prioridade da defesa, as obras de arte como património da humanidade ou as famílias abandonadas à sua sorte, a liberdade e as pessoas concretas e reais. Conflito dos intelectuais prisioneiros do mundo das artes, seus vínculos e compromissos e a sua incapacidade de agir no mundo real. Metáfora da cultura do património, da cultura da consciência e da inutilidade da cultura que não se relaciona com as pessoas tornando-as mais felizes.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896253363 |
| Editor: | Campo das Letras |
| Data de Lançamento: | novembro de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 133 x 208 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 136 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Campo do Teatro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra) |
| EAN: | 9789896253363 |