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Os Esquemas de Fradique

de Fernando Venâncio
Editor: Editora Guerra & Paz, Janeiro de 2025 ‧
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Em Os Esquemas de Fradique, de Fernando Venâncio, um jovem jornalista, Martinho da Telha, a pedido de um milionário, Cristiano Fradique, tenta reconstruir peça por peça a vida de Carlos Fradique Mendes, seu avô. Cristiano Fradique guarda mesmo, num caderno aparentemente inocente, o último e angustiante segredo desse avô, de quem Eça de Queiroz foi grande amigo.

Este é um romance de Fernando Venâncio, linguista, autor de Assim Nasceu uma Língua, esse ensaio magnífico sobre a história da língua portuguesa. Agora, escrevendo este romance como se fosse um diário de esquemas, Venâncio recria o mito de Carlos Fradique Mendes, célebre dandy finissecular, projecto heteronímico criado no tempo do Cenáculo, e que Eça daria a conhecer em várias publicações, nomeadamente, em a Correspondência de Fradique Mendes. Recria um mito e adensa um mistério. com uma escrita leve, viva e carregada de humor.

«A história arquitectada por Fernando Venâncio é bem contada e desenvolve-se num ritmo seguro e coerentemente trabalhado, no sentido de manter activo um factor de construção da narrativa tão decisivo como é a dinâmica da procura. Daí a coloração não raro policial que o relato assume…»
Carlos Reis

Os Esquemas de Fradique

de Fernando Venâncio

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895761500
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 231 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895761500

SOBRE O AUTOR

Fernando Venâncio

Fernando Venâncio ((18 de novembro de 1944, Mértola – 30 de maio de 2025, Mértola) inaugurou a sua carreira linguística aos dois anos, quando passou do aconchego alentejano para a capital, extasiando-se com os modos de exprimir-se dos lisboetas. Aos dez anos, novo êxtase o esperava, agora em Braga, essa herdeira do território criador do idioma, e orgulhosa disso até à intolerância. Em 1970, quando Portugal se tinha tornado num fascinante mapa de falares, sotaques e soluções gramaticais, vai instalar-se num mundo inteiramente outro, o de língua neerlandesa. Aí se forma, em Amesterdão, em Linguística Geral, iniciando também a docência universitária em língua e cultura portuguesas: primeiro em Nimega, depois em Utreque, finalmente, e de novo, na capital holandesa. Nunca deixaram de inquietá-lo as formas e as estruturas da sua língua materna, e também os processos históricos na origem delas.

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