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Op Oloop

de Juan Filloy
idioma: espanhol
Editor: SIRUELA, junho de 2006 ‧
20,28€
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Buenos Aires, años treinta. El estadígrafo finés Op Oloop lleva una vida metódica y disciplinada entre restaurantes muy caros, baños turcos y un círculo de estrafalarios amigos. Pero un 22 de abril todo cambia: un mínimo retraso en su jornada hace que, a despecho de su maniática puntualidad, llegue unos minutos tarde a la fiesta de su compromiso. Esto desencadena una turbulenta carrera contra el tiempo y el destino. La novela describe de forma meticulosa el transcurso de este día, en el que el protagonista vive una serie de hilarantes y disparatadas situaciones hasta llegar al banquete de despedida de soltero, donde se celebra la visita número 1000 de Op Oloop a los burdeles.

Op Oloop

de Juan Filloy

Propriedade Descrição
ISBN: 9788478449828
Editor: SIRUELA
Data de Lançamento: junho de 2006
Idioma: Espanhol
Dimensões: 142 x 221 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 218
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788478449828

SOBRE O AUTOR

Juan Filloy

A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; colecionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e Anti-convencional».

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