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Op Oloop

de Juan Filloy
idioma: francês
Editor: MONSIEUR TOUSSAINT LOUVERTURE, setembro de 2011 ‧
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Conçu comme le journal de bord d'un psychorigide, Op Oloop retrace une journée (dix-neuf heures et vingt-cinq minutes) de l'existence d'Optimus Oloop, un statisticien finnois qui vit dans le Buenos Aires des années 1930 et ordonne son univers - de son petit déjeuner à ses visites aux bordels - avec une rigueur toute mathématique. Mais lorsqu'un minuscule accident de la route vient perturber le cours de cette vie chronométrée, le jour même des fiançailles de Op Oloop et, accessoirement, de sa 1000e relation sexuelle avec une prostituée, un autre tic-tac se fait entendre : le compte à rebours vers la plus imprévisible des fins. Plongé dans sa folie jusqu'au cou, Op Oloop vacille sans cesse entre réalité et divagation, et fait de ce roman un chef-d'oeuvre facétieux et inattendu.

Op Oloop

de Juan Filloy

Propriedade Descrição
ISBN: 9782953366440
Editor: MONSIEUR TOUSSAINT LOUVERTURE
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 140 x 210 x 19 mm
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Coleção: Patrimoine Regional
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782953366440

SOBRE O AUTOR

Juan Filloy

A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; colecionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e Anti-convencional».

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