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Caterva

de Juan Filloy
idioma: espanhol
Editor: SIRUELA, junho de 2004 ‧
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En Caterva, novela aparecida en 1937 en una edición privada y que se presenta ahora por primera vez en España, se narra la peripecia de un grupo de linyeras (versión argentina de los home-less) que discute sobre la vida y la ética, la estética y el amor, con una profundidad y erudición que aún hoy deslumbran, en un contexto de policías autoritarias, «orden» conservador y «terrorismo» de izquierdas de los años treinta. Su autor, Juan Filloy (1894-2000), sin duda el más emblemático escritor argentino del siglo XX, cuya influencia sobre sus contemporáneos dejó huellas profundas en varias generaciones, nació y murió en Córdoba (Argentina), pero vivió casi toda su larga vida en la pequeña ciudad de Río Cuarto, en donde fue juez. Escritor vanguardista de culto, dejó una obra vastísima, que incluye novelas, cuentos, ensayos, poemas y más de dos mil palíndromos perfectos. Cortázar reconoció su influencia en Rayuela y lo consideraba uno de «los mejores escritores de habla hispana».

Caterva

de Juan Filloy

Propriedade Descrição
ISBN: 9788478447428
Editor: SIRUELA
Data de Lançamento: junho de 2004
Idioma: Espanhol
Dimensões: 146 x 222 x 28 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 416
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788478447428

SOBRE O AUTOR

Juan Filloy

A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; colecionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e Anti-convencional».

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