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O Senhor Walser e a Floresta

de Gonçalo M. Tavares
Editor: Relógio D'Água, junho de 2018 ‧
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O senhor Walser constrói a sua nova casa no meio da floresta.

Está à espera de alguém e, felizmente, a campainha toca.

«O genial Tavares, que inventou o Bairro onde vivem os mais estranhos e ao mesmo tempo os mais simples senhores que um Criador poderia imaginar,(…).» Enrique Vila-Matas

O Senhor Walser e a Floresta

de Gonçalo M. Tavares

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896418571
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: junho de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 235 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 56
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789896418571

Walser e a casa na floresta

Maria Teresa Meireles

O Senhor Walser quer habitar uma casa na floresta. A casa é nova e ele pretende usufruir, sozinho, desse espaço. Mas...e é este «mas» que organiza a narrativa e a vida de quase todos nós.

Excelente

Bernardo Albuquerque

Com a genialidade habitual, Gonçalo M. Tavares consegue absorver-nos neste seu pequeno livro da forma como só ele sabe.

SOBRE O AUTOR

Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares é autor de uma vasta obra que está a ser traduzida em mais de sessenta países. A sua linguagem em rutura com as tradições líricas portuguesas e a subversão dos géneros literários fazem dele um dos mais inovadores escritores europeus da atualidade. Recentemente, Le Quartier (O Bairro), de Gonçalo M. Tavares, recebeu o prestigioso Prix Laure-Bataillon 2021, atribuído ao melhor livro traduzido em França, sucedendo assim à Nobel da Literatura Olga Tokarczuk, que recebeu este prémio em 2019, e ao escritor catalão Miquel de Palol. Ainda em 2021, O Osso do Meio foi também distinguido no Oceanos, um dos mais relevantes prémios de língua portuguesa. De entre a sua vasta bibliografia, vinte e duas das suas obras já foram distinguidas, em diversos países. Foi seis vezes finalista do prémio Oceanos, tendo sido premiado três vezes. Foi ainda duas vezes finalista do Prix Médicis e duas vezes finalista do Prix Femina, entre outras distinções de relevo, como o Prix du Meilleur Livre Étranger em 2010. Saramago vaticinou-lhe o Prémio Nobel. Vasco Graça Moura escreveu que Uma Viagem à Índia dará ainda que falar dentro de cem anos. A The New Yorker afirmou que, tal como em Kafka e Beckett, Gonçalo M. Tavares mostrava que a «lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão».

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