O século dos imbecis - Capa dura
Editor:
Porto Editora, julho de 2026 ‧
ver detalhes do produto
17,99€
10% DESCONTO
IMEDIATO
SzB0cU1pdDNWamd5V1ZOcFdYZHhNbGxoVlU1NllUVmplV1ZUWlVJd1JHeFRTa1ZQVVdNNVVpOW1abmMyTDJJeVdsRndTSE50V2xsNk0yRjBkazlFYzBWelJEWklkaXRXUlU5b01XRm9lWFZWUkd0UldEUTFVRzFYVVVKV1VVVlFja3BDTVdKU1QwRkhhM2N4VTBaT1FYbEtaMDVGTWpOdVp6VTBkRE16THpCeFVGZHpkMlJVWmxoVU1XMU5TMmxzYUVkdmN5OHJUemw1TWtsVmVqSlVVMUpvTVZOVWJGUXdOWGhzU0VGNUsxQnZRVXBRTVVKQlp6UmtZM0ZxY1VGV1ZsVjJUWEphUlc5NU1FTnJTVFJtYnpJNGVsVkViV0phZEM5VldVTXhlRmxhVlRGRk1XMVRjalpyYXpZdlZreDNhbE5zWW5CMlMyaFdWa2gyUlZwWVZXRXhUVTFGU25aaU1WUm1ibGRsVTB0NFRtNDFVVk14UkZoS1NEVm5RbFpqYVVSdWNqRlZZa3N2ZW5KU1ZESTFPRFZ6VUU0Mllrc3ZXV0ZDYjFsWmJuUk5hRFl2WkU1SFMxZHNiQ3N5VEZCcU1teDNiMDFRT1VwalFVcFNXVTU2VEVFMFpWcEhWSEJwUnl0RmRFMDBkRTEyWkhoTUswTnVha2xUUkc5U1kwYzRPVWN3Y0U5UmFXeHFhMnhoYTA0M01YUk5TMUZsU1RFeWNFWnlkRWQzTTJkbU4xTTRkRU0zU0U5cWR6SnpiRmhuZVhRNGVXaFZPVzFSZGxWMFNHRkJWQ3RQYzA5MVpFRm1VWFJ5UlZWRU1uaHNNa1J2TDJWMGNFNU1NR0U1VVhKQ1FVaGlhSEp3VGxRNVlreERVVVJqVFdKRmVWVklUVk5DVFdSc1JuRTRUSGRqVG10WFNDdFZNWHBTWjI4NVIySjZXVGh4UjBRd2JtNU9iMnhCTURSd01tVk5jWFIxVFRCaWNYTnRlSEZCY3k5Uk5FWnlWakZqUWxCSlpWcGpRVnAyTm05cU4xRmFUMlZpVldreFRqUjVUMGhtYlhVMVFWUlNXa1JTSzJWSGRDdFpPV3RGT1dSMlpVdGxUMWhDTVcxTVIxaHlSVmwxZEhCemVrMXlTR2hGZUE9PTowNWVNUVFtdzdDM3FJVkhObGV0blFnPT0=
portes grátis
SINOPSE
«Que tipo de humanidade defenderemos se permitirmos que alguém explore exactamente o enfraquecimento do outro, ao invés de o potenciar ao seu melhor, proporcionando-lhe, em todas as ocasiões, ferramentas para que esplendore o mais possível.»
A hipótese de um homem morrer de burro não seria tão controversa se não fosse evidente o fascínio que multidões revelam pela ignorância, bem mais do que pela maravilha da sabedoria e sensatez.
Atravessamos o século da informação, mas parecemos resistir ao conhecimento. Como se o lúdico e o torpe definissem afinal o propósito dos colectivos que perdem a vergonha perante a folia de não saberem nada.
Agilulfo, um marquês em tempo de República, abrilhanta quando sobe a montanha e emburrece quando desce. Por sinal, a tentação de o descer é maior do que a de o subir. A pequena vila vive em torno do estranho homem que, sem fazer mais do que cuidar de sua grande casa, está no centro dos interesses de toda a gente.
Entre o riso e o espanto, o absurdo e a mais nítida representação da esperança e da falha humana, a vida passa inteira por aqui.
Esta obra integra a nova série de romances editada sob o signo Crimes e Vindouros
A hipótese de um homem morrer de burro não seria tão controversa se não fosse evidente o fascínio que multidões revelam pela ignorância, bem mais do que pela maravilha da sabedoria e sensatez.
Atravessamos o século da informação, mas parecemos resistir ao conhecimento. Como se o lúdico e o torpe definissem afinal o propósito dos colectivos que perdem a vergonha perante a folia de não saberem nada.
Agilulfo, um marquês em tempo de República, abrilhanta quando sobe a montanha e emburrece quando desce. Por sinal, a tentação de o descer é maior do que a de o subir. A pequena vila vive em torno do estranho homem que, sem fazer mais do que cuidar de sua grande casa, está no centro dos interesses de toda a gente.
Entre o riso e o espanto, o absurdo e a mais nítida representação da esperança e da falha humana, a vida passa inteira por aqui.
Esta obra integra a nova série de romances editada sob o signo Crimes e Vindouros
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-03595-0 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | julho de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 235 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 340 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 978972003595010 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |