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O Rapaz Que Sabia Acordar a Primavera

de Luísa Dacosta
Editor: Edições Asa, março de 2007 ‧
12,95€
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Um pequeno conto inédito de Luísa Dacosta que - tão ao jeito da Autora - constitui um primoroso hino ao poder do sonho e da magia. A história desenrola-se em torno de um rapaz que, alheio às agruras da vida a que a pobre condição dos pais o parece querer votar, sabe encontrar no sonho e na magia da Natureza a razão de ser para uma existência livre e feliz. De uma simplicidade habilmente construída, o livro resulta pelos aspectos mágicos do texto, acentuados quer pela riqueza da linguagem - claramente de raiz transmontana -, quer pela finura das ilustrações - o rapaz surge como um sopro de espírito, mágico, quase transparente; todo ele é alma. De salientar, ainda, a cuidada apresentação gráfica, designadamente a opção por dispor o texto sobre páginas coloridas, qual arco-íris, reforçando-se, também por essa via, o convite a que o leitor entre pela porta do sonho.

O Rapaz Que Sabia Acordar a Primavera

de Luísa Dacosta

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724149851
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: março de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 251 x 213 x 7 mm
Páginas: 32
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras Completas de Luísa Dacosta
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 9789724149851
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 6

SOBRE O AUTOR

Luísa Dacosta

Luísa Dacosta nasceu em 1927, em Vila Real de Trás-os-Montes. Formou-se na Faculdade de Letras de Lisboa, em Histórico-Filosóficas. Mas as suas "Universidades" foram as mulheres de A-Ver-O-Mar, que murcham aos trinta anos, vivem e morrem na resignação de ter filhos e de os perder, na rotina de um trabalho escravo, sem remuneração, espancadas como animais de carga (-Ele não me bate muito, só o preciso) e que, mesmo afeitas, num treino de gerações,às vezes não aguentam e se suicidam (oh! Senhora das Neves! E tu permites!) depois de um parto, quando o mundo recomeça num vagido de criança! Às mulheres de A-Ver-O-Mar "Deve" a língua ao rés do coloquial. Foi professora do ciclo preparatório e alguma coisa deve também aos alunos: o ter ficado do lado do sonho. Isso a motivou a escrever para crianças. Faleceu a 15 de fevereiro de 2015.

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