O Quase Fim do Mundo

de Pepetela
Editor: Dom Quixote, março de 2008 ‧
Chamo-me Simba Ukolo, sou africano, e sobrevivi ao fim do mundo.

E se a vida animal de repente desaparecesse da Terra, excepto num pequeno recanto do mundo e em doses mínimas? Talvez as causas se conheçam depois, mas o que importa é a existência de alguns seres, aturdidos pelo desaparecimento de tantos, e procurando sobreviver. É sobre estes sobreviventes e as suas reacções, desejos, frustrações mas também pequenas/grandes vitórias que trata este romance. Detalhe importante: o recanto do mundo que escapou à hecatombe situa-se numa desgraçada zona da desgraçada África. O que permitirá questionar as relações contemporâneas no velho Mundo.

O Quase Fim do Mundo

de Pepetela

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722035255
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: março de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 233 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 384
Tipo de produto: Livro
Coleção: Autores de Língua Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722035255

o quase fim do mundo

Rui Pinto

Ao iniciar a leitura deste livro, veio-me imediatamente à memória o nome de José Saramago e, simultaneamente, o seu melhor livro quanto a mim: Ensaio Sobre a Cegueira. O Quase Fim do Mundo é um livro de coragem por parte do autor, que com metáforas, relata o que é a realidade em muitos países africanos e especialmente no seu. Adorei a leitura e recomendo.

Pepetela, homem de coragem

José Carlos Gomes

Ao escrever sobre Angola Pepetela mostra uma realidade bem, para pior, diferente daquela que é apregoada.

SOBRE O AUTOR

Pepetela

Pepetela (Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos) nasceu em Benguela, Angola, em 1941. Licenciou-se em Sociologia, em Argel, durante o exílio. Foi guerrilheiro do MPLA, político e governante e ainda professor na Universidade Agostinho Neto, em Luanda. Tem sido dirigente de associações culturais, com destaque para a União de Escritores Angolanos e a Associação Cultural Recreativa Chá de Caxinde.
A atribuição do Prémio Camões (1997) confirmou o seu lugar de destaque na literatura lusófona.
O seu romance Sua Excelência, de Corpo Presente (2018), recebeu o Prémio Literário Casino da Póvoa do Correntes d’Escritas 2020.

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