O Prazer do Texto precedido de Variações sobre a escrita

de Roland Barthes
Editor: Edições 70, abril de 2009 ‧
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«Eis finalmente, e pela primeira vez, a concretização de um ambicioso projecto de Roland Barthes: acompanhar, na história da Humanidade, o processo do lento depósito do traço da escrita, signo monumental, matéria gravada ou pintada, até à composição do texto, de textos, até à emergência da leitura, do leitor, da fruição da escrita. Concebidos entre 1971 e 1973, subdivididos em rubricas e parágrafos que seguem um esquema homogéneo, O Prazer do Texto e Variações sobre a Escrita tiveram destinos diferentes: enquanto o primeiro teve logo um grande sucesso, o segundo, destinado a uma colecção italiana, só viria a ser publicado a título póstumo nas Oeuvres complètes de Barthes. Reler, hoje, estes dois textos na reconstrução histórica que aqui se propõe, tal como haviam sido concebidos, significa reencontrar as razões de uma 'prática infinita': a da memória e da fidelidade da escrita (...).»
CARLO OSSOLA

O Prazer do Texto precedido de Variações sobre a escrita

de Roland Barthes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724413754
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: abril de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 212 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 190
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Roland Barthes
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9789724413754

SOBRE O AUTOR

Roland Barthes

Roland Barthes (Cherbourg, 12 de novembro de 1915 — Paris, 26 de março de 1980) foi um escritor, sociólogo, crítico literário, semiólogo e filósofo francês.

Formado em Letras Clássicas em 1939 e Gramática e Filosofia em 1943 na Universidade de Paris, fez parte da escola estruturalista, influenciado pelo lingüista Ferdinand de Saussure. Crítico dos conceitos teóricos complexos que circularam dentro dos centros educativos franceses nos anos 50. Entre 1952 e 1959 trabalhou no Centre national de la recherche scientifique - CNRS.

Barthes usou a análise semiótica em revistas e propagandas, destacando seu conteúdo político. Dividia o processo de significação em dois momentos: denotativo e conotativo. Resumida e essencialmente, o primeiro tratava da perceção simples, superficial; e o segundo continha as mitologias, como chamava os sistemas de códigos que nos são transmitidos e são adotados como padrões. Segundo ele, esses conjuntos ideológicos eram às vezes absorvidos despercebidamente, o que possibilitava e tornava viável o uso de veículos de comunicação para a persuasão.

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