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O Penteador

de Paulo J. Mendes
Editor: Escorpião Azul, fevereiro de 2026 ‧
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Candidato a um emprego numa velha loja de miudezas, o jovem Mafaldo Limparrim desloca-se a um local chamado Poço Redondo, vila suburbana de montanha conhecida pelos seus maus ares, para conhecer o seu idoso e irrequieto patrão. Contaminado logo desde o primeiro minuto, acabará por retirar-se à socapa após uma vigorosa familiarização com algumas especialidades e personagens locais.

Diversas circunstâncias, contudo, ditarão o sucessivo regresso de Mafaldo Limparrim à peculiar vila, sempre acompanhado por um crescendo de personagens cada vez mais ilustres. Uma capela muito estranha, um anjo da guarda incompetente, uma amante, autarcas, monarcas, viscondes e figuras do clero, entre outros, compõem um quadro epicamente paroquial que terá o seu termo com a revelação duma história antiga após a qual, como todos sabem, o mundo jamais voltou a ser o mesmo.

O Penteador

de Paulo J. Mendes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893607916
Editor: Escorpião Azul
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 172 x 240 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Humor
EAN: 9789893607916

SOBRE O AUTOR

Paulo J. Mendes

Paulo J. Mendes nasceu no Porto em 1965, tendo desenvolvido desde cedo o gosto pelo desenho. Frequentou a Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, sendo dessa altura os primeiros e toscos esforços em BD, que publica no fanzine Comicarte, com cuja estrutura associativa colaboraria na organização das primeiras edições do Salão de Banda Desenhada do Porto. Participaria em algumas publicações de efémera duração, como o Jornal de Ramalde ou o descabelado fanzine "Düdü", que cria com dois amigos.

A vida profissional e outros interesses irão afastá-lo por algumas décadas do universo da BD, como desenhador e leitor.
Trabalhou como desenhador publicitário em listas telefónicas e como pintor de azulejaria, tendo de permeio experiências diversas como a ilustração de temática ferroviária, desenho de medalha e de ex-líbris e ainda a pintura em aguarela.

Em 2014, começou a praticar "urban sketching", não tendo parado desde então e ao qual se dedica actualmente quase em exclusivo. O reencontro com a BD, desencadeado pela leitura de romances gráficos, foi como o acordar de um longo coma, reavivando o interesse, encantamento e a vontade de tornar a meter as mãos na massa – juntando uma série de ideias soltas, leva a efeito um exercício de retoma ao longo de ano e meio. O resultado é O Penteador, espécie de "desnovela gráfica", conforme gosta de lhe chamar.

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