O Penteador

de Paulo J. Mendes
Editor: Escorpião Azul, fevereiro de 2020 ‧
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Candidato a um emprego numa velha loja de miudezas, o jovem Mafaldo Limparrim desloca-se a Poço Redondo, vila suburbana de montanha conhecida pelos seus maus ares, para conhecer o seu idoso e irrequieto patrão.

Contaminado desde o primeiro minuto, acabará por retirar-se à socapa após uma vigorosa familiarização com algumas especialidades e personagens locais.

Diversas circunstâncias, contudo, ditarão o sucessivo regresso do jovem à peculiar vila, sempre acompanhado por um crescendo de personagens cada vez mais ilustres.

O Penteador

de Paulo J. Mendes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895455867
Editor: Escorpião Azul
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 170 x 238 x 11 mm
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9789895455867

Uma agradável surpresa

Nuno Leao

Uma das melhores obras da BD nacional do ano de 2021. Pessoalmente, desconhecendo o autor, foi uma agradável surpresa, com um tema até bastante prosaico.

Um bálsamo de boa disposição

Pedro Cleto

Divertido, muito agradável, com uma escrita assertiva, muito bem ritmado e com um traço que mesmo não sendo sedutor se mostra eficaz e legível, "O Penteador" revela-se como que um bálsamo de boa disposição nestes tempos de confinamento e como uma predição do que todos vamos querer fazer quando finalmente pudermos sair de casa: conviver, almoçar com amigos, conhecer gente, correr à doida pelas ruas… mesmo que nus!

SOBRE O AUTOR

Paulo J. Mendes

Paulo J. Mendes nasceu no Porto em 1965, tendo desenvolvido desde cedo o gosto pelo desenho. Frequentou a Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, sendo dessa altura os primeiros e toscos esforços em BD, que publica no fanzine Comicarte, com cuja estrutura associativa colaboraria na organização das primeiras edições do Salão de Banda Desenhada do Porto. Participaria em algumas publicações de efémera duração, como o Jornal de Ramalde ou o descabelado fanzine "Düdü", que cria com dois amigos.

A vida profissional e outros interesses irão afastá-lo por algumas décadas do universo da BD, como desenhador e leitor.
Trabalhou como desenhador publicitário em listas telefónicas e como pintor de azulejaria, tendo de permeio experiências diversas como a ilustração de temática ferroviária, desenho de medalha e de ex-líbris e ainda a pintura em aguarela.

Em 2014, começou a praticar "urban sketching", não tendo parado desde então e ao qual se dedica actualmente quase em exclusivo. O reencontro com a BD, desencadeado pela leitura de romances gráficos, foi como o acordar de um longo coma, reavivando o interesse, encantamento e a vontade de tornar a meter as mãos na massa – juntando uma série de ideias soltas, leva a efeito um exercício de retoma ao longo de ano e meio. O resultado é O Penteador, espécie de "desnovela gráfica", conforme gosta de lhe chamar.

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