O Pássaro Canta o Seu Canto Simples
Editor:
Companhia das Ilhas, setembro de 2019 ‧
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SINOPSE
Joaquim Manuel Magalhães, referindo-se a Moura Pereira, afirma: "Devemos agradecer ao quotidiano e à mágoa verbalmente ordenada deste poeta que seja um dos poucos que nos lembram a necessidade de a poesia escapar aos lugares-comuns do tempo." (Os Dois Crepúsculos, 1981).
Mais recentemente (2017), o também poeta e crítico Ricardo Marques, a propósito do livro Golpe de Teatro, com que Moura Pereira ganhou o Grande Prémio APE de Poesia 2017, destaca algumas marcas da poesia de HMP "A desconstrução e uma certa dissonância são a sua força maior. Conhecedor d’O Fazer da Poesia — título de Ted Hughes que (…) traduziu para a Relógio d’Água em 2002 —, Moura Pereira recorre a estratégias discursivas que vão do conversation poem ao stream of consciousness, pressupostos poético-estilísticos ingleses de uma modernidade romântica e modernista, respectivamente, mas fundidas num só neste original poeta português. É também assim que cada poema tem teatro dentro, encenado para fora e por dentro de nós, para dentro de nós."
(…) "É que Helder Moura Pereira é um poeta que usa as coisas do concreto para as tornar abstractas na poesia, promulgando uma arte poética muito sua, reconhecível numa qualquer prova-cega. Por outro lado, o metapoema ou o poema sobre o fingimento que é escrever fazem aqui e ali algumas tímidas aparições. o autor não nos deixa esquecer que estamos perante um livro de versos. e é disso que nos fala então este fingimento — do fingimento retórico no caso pessoano, lírico no caso camoniano — (…)"
Mais recentemente (2017), o também poeta e crítico Ricardo Marques, a propósito do livro Golpe de Teatro, com que Moura Pereira ganhou o Grande Prémio APE de Poesia 2017, destaca algumas marcas da poesia de HMP "A desconstrução e uma certa dissonância são a sua força maior. Conhecedor d’O Fazer da Poesia — título de Ted Hughes que (…) traduziu para a Relógio d’Água em 2002 —, Moura Pereira recorre a estratégias discursivas que vão do conversation poem ao stream of consciousness, pressupostos poético-estilísticos ingleses de uma modernidade romântica e modernista, respectivamente, mas fundidas num só neste original poeta português. É também assim que cada poema tem teatro dentro, encenado para fora e por dentro de nós, para dentro de nós."
(…) "É que Helder Moura Pereira é um poeta que usa as coisas do concreto para as tornar abstractas na poesia, promulgando uma arte poética muito sua, reconhecível numa qualquer prova-cega. Por outro lado, o metapoema ou o poema sobre o fingimento que é escrever fazem aqui e ali algumas tímidas aparições. o autor não nos deixa esquecer que estamos perante um livro de versos. e é disso que nos fala então este fingimento — do fingimento retórico no caso pessoano, lírico no caso camoniano — (…)"
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898828934 |
| Editor: | Companhia das Ilhas |
| Data de Lançamento: | setembro de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 174 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 56 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Azulcobalto |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789898828934 |
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