O Passado é para Sempre
Editor:
On y va, abril de 2026 ‧
ver detalhes do produto
11,70€
10% DESCONTO
IMEDIATO
ZVhSVmJ6aGhaRlpXTW1kemJVSlhLM00wVFZOVU9VVjFZMGRxTlV0V1dEbDFTRlJYVGtOQ2EwaFlTaXN5V1VWWlkyeFdXVmszV2t4TVJTdHZVbmhUUVVGRlZHZHNUWFpuYm1JeWJWSnJURkY0U1U5cmJUVmxlSE15V2twMVMxaENNVWw1U1ZoM01HNTRSVFJCS3k5clExWlRVbTlrUzNoUlNtcHhSMXAwZWxOS2RGUTBWbUpNT0doVlVFOWxRUzg1YjJ0dGVsSkViMkZIZEVSRVRHeHdSM2hPZUVKaE1rSXlja00yVFRGbVVVZEZhRU53VjBaVGMwZENPVk15VTJsbGQybDFUMUZXVWtVNGRVdzFVWFp5TTNWd1VVSktRMkV5Y1ZOTFV6bHRXa3g0ZVRVeE5GTnplRXhOY21WdVRVcHNjVmxITm5BNVIyaFBjMGt3UVcxc2VVNUtObVpWTldaNlQzaEZkMlJMU1VkR1ZYTkNORVJoWlRBNFJWbGhkRVJtVFdaMlJuUmxPVEl3TUVOTVpXZEpRVTVsTlVwd1lqbDZNVE5MYWxVMVZWQm5jRFJNY0dKNVVrbEpSVEUwYWpSdmRIbFJNVUYwY2xVd2RscDVWVVkwVEc1dlJHcHRhVmxFTW1Jd1VWbGxkMmM0VDFKUlZtNVlXazFTYjJ0R1JqRXdlbGgzUWpWUmIyMDBNRXB3YlhkS2J5c3llbFV4UWxoM2VqSktSRUp3ZWtwdFdFSXljV3BNU3pWa1JWWTBNMDlRYUdsdFEwMW9Zblo0TW5sSlRucDNhVWhVY2tGdk5YTTBRVFJHWlhNdlUyRTNSSFpCY2xRNU4wSlBaakprYzNOd05razFSRWgxWVNzelpqRmtTRFJqV0RWVGFucEphVUpOYlV4eFQyNUNXVEJNZFhCR1dFbzVPVGhaVlVoWFNHTlFUbE5zV2taWFUxTlBORWhLU1d3d0wyZEhabmt6WW0xRVUyeFdUMGhqTTI5aVJDc3dkMWR6WTJKUVNGaG9aRnAxOnM4b0gzQjV3bUMxbFdtRWN0cStJQmc9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
José do Carmo Francisco, autor das crónicas de O Passado É para Sempre, deixa na contracapa do livro a seguinte nota:
Sendo o mundo actual uma terrível fábrica de esquecimento, compete ao autor de um livro de crónicas transformar o caduco em perene, tal como acontece com as folhas das árvores.
O jornal acaba muitas vezes no fundo do caixote do lixo doméstico ou a embrulhar peixe no mercado; o livro pode durar um pouco mais. Agora as notícias já não existem, apenas se repara no barulho feito à sua volta.
Uma crónica tem a desvantagem de não ter qualquer barulho de fundo. O cronista está ali para dar o seu recado e o seu testemunho, mas apenas por palavras - e a arte da palavra é uma arte pobre.
Aquilo que um general disse um dia sobre os crimes da Guerra Colonial («Já ninguém se lembra...») é o perigo que corre um livro de crónicas como este: o de já ninguém se lembrar dele daqui a alguns anos.
O cronista é o repórter da companhia violenta do mundo (recorro ao título de um livro de Victor Matos e Sá) e escreve para que o esquecimento não vença a importância das pessoas e dos seus momentos.
Tal como o poeta num poema, o que o cronista procura na crónica é alcançar o equilíbrio precário entre a canção e a reflexão, entre a balada e o proveito e o exemplo que é a moral adjacente a todas as histórias.
O que o cronista quer ser é historiador do quotidiano - nada mais.
Sendo o mundo actual uma terrível fábrica de esquecimento, compete ao autor de um livro de crónicas transformar o caduco em perene, tal como acontece com as folhas das árvores.
O jornal acaba muitas vezes no fundo do caixote do lixo doméstico ou a embrulhar peixe no mercado; o livro pode durar um pouco mais. Agora as notícias já não existem, apenas se repara no barulho feito à sua volta.
Uma crónica tem a desvantagem de não ter qualquer barulho de fundo. O cronista está ali para dar o seu recado e o seu testemunho, mas apenas por palavras - e a arte da palavra é uma arte pobre.
Aquilo que um general disse um dia sobre os crimes da Guerra Colonial («Já ninguém se lembra...») é o perigo que corre um livro de crónicas como este: o de já ninguém se lembrar dele daqui a alguns anos.
O cronista é o repórter da companhia violenta do mundo (recorro ao título de um livro de Victor Matos e Sá) e escreve para que o esquecimento não vença a importância das pessoas e dos seus momentos.
Tal como o poeta num poema, o que o cronista procura na crónica é alcançar o equilíbrio precário entre a canção e a reflexão, entre a balada e o proveito e o exemplo que é a moral adjacente a todas as histórias.
O que o cronista quer ser é historiador do quotidiano - nada mais.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899206373 |
| Editor: | On y va |
| Data de Lançamento: | abril de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 130 x 200 x 5 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 78 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Crónicas
|
| EAN: | 9789899206373 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Bengala e o Reino do Dragão10%Lema d`Origem14,40€
16,00€portes grátis -
Serendipidade - 50 Crónicas do Acaso e do Ocaso10%Editorial Novembro16,20€
18,00€portes grátis