O Mito de Inglaterra Anglofilia e Anglofobia em Portugal (1386-1986)
Editor:
Gradiva, outubro de 2014 ‧
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SINOPSE
Este livro busca apreender, ao longo da História portuguesa, os momentos de tensão, ambiguidade e oscilação das representações anglofóbica e anglófila de Inglaterra e do povo inglês. Com tal intuito, foram demarcados dois limites cronológicos significativos: 1386, ano em que foi firmado o Tratado de Windsor, e 1986, ano em que Portugal entra definitivamente para a Comunidade Económica Europeia, para onde foram transferidas as esperanças de prosperidade e, com elas, o mito do Quinto Império. Investigação e divulgação sérias, ao alcance de todo o público interessado.
Este livro procura apreender, nos discursos que «narram» Portugal na longa duração da sua história, os momentos de tensão, ambiguidade e oscilação das representações de anglofobia e anglofilia, com base nas relações político-diplomáticas, dinásticas e culturais entre os dois países. Deste modo, pretende estabelecer coordenadas históricas e teórico-metodológicas para se pensar o mito de Inglaterra em Portugal.
Com tal intuito, foram demarcados dois limites cronológicos significativos: 1386, ano em que foi firmado o Tratado de Windsor, que preparou o momento da união dinástica com Inglaterra e a legitimação da Casa de Avis, e 1986, ano em que Portugal entra definitivamente para a Comunidade Económica Europeia, para onde foram transferidas as esperanças de prosperidade e, com elas, o mito do Quinto Império. Neste momento, como compensação da perda das colónias africanas, é-lhe oferecido o portal de entrada na Europa «civilizada» e «polida», algo tão almejado por Pombal já no século XVIII, bem como um novo meio de se afirmar à escala intercontinental: a lusofonia - daí o mapeamento e o estudo linguístico da chamada Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Este livro procura apreender, nos discursos que «narram» Portugal na longa duração da sua história, os momentos de tensão, ambiguidade e oscilação das representações de anglofobia e anglofilia, com base nas relações político-diplomáticas, dinásticas e culturais entre os dois países. Deste modo, pretende estabelecer coordenadas históricas e teórico-metodológicas para se pensar o mito de Inglaterra em Portugal.
Com tal intuito, foram demarcados dois limites cronológicos significativos: 1386, ano em que foi firmado o Tratado de Windsor, que preparou o momento da união dinástica com Inglaterra e a legitimação da Casa de Avis, e 1986, ano em que Portugal entra definitivamente para a Comunidade Económica Europeia, para onde foram transferidas as esperanças de prosperidade e, com elas, o mito do Quinto Império. Neste momento, como compensação da perda das colónias africanas, é-lhe oferecido o portal de entrada na Europa «civilizada» e «polida», algo tão almejado por Pombal já no século XVIII, bem como um novo meio de se afirmar à escala intercontinental: a lusofonia - daí o mapeamento e o estudo linguístico da chamada Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896165970 |
| Editor: | Gradiva |
| Data de Lançamento: | outubro de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 200 x 268 x 25 mm |
| Páginas: | 464 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política Internacional
|
| EAN: | 9789896165970 |
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