A Verdade Única e a Heresia de Pensar
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Edições Colibri, setembro de 2023 ‧
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SINOPSE
A Verdade Única e a Heresia de Pensar reúne textos publicados desde 2011 em várias plataformas eletrónicas, jornais e revistas, excertos de intervenções apresentadas em colóquios ou conferências e de romances de Carlos Vale Ferraz. A conhecida frase de que a verdade é a primeira vítima da guerra tem um significado perverso: a verdade não é compatível com o exercício do poder! Daí ser tão importante uma informação livre do poder e ser tão tentador para o poder transformar a informação em comunicação e dominar os meios onde se realiza essa operação de mudança de género. a informação moldada sob a designação de comunicação expôs o antagonismo entre a grande política e a cidadania.
A utilização dos meios de controlo e manipulação das mentes, da arma da comunicação, enquanto opção política para ganhar a adesão de uma maioria de apoiantes não é compatível com a informação leal e com o respeito pelas opiniões da maioria. (…) como escreveu Etienne de La Boétie em Discurso Sobre a Servidão Voluntária, «o vulgo persegue os próprios interesses particulares e não tem olhos para ver as razões de Estado». Numa democracia, a razão de Estado não elimina o direito de todos a saber o que determina as suas vidas, um direito que as elites tomaram para seu uso exclusivo. A razão de Estado não pode ser transformada na Verdade Única, nem impedir os cidadãos de Pensar!
Como podemos enfrentar a principal ameaça à Liberdade, o pensamento único que nos é imposto por métodos mais ou menos subtis, mas sempre perversos? Em que medida somos cidadãos com direitos ou objetos sujeitos a forças que não dominamos? Em que guerras estamos envolvidos e ao serviço de que interesses? Como portugueses, qual a nossa relação com o mundo, com a Europa, com a África, com o nosso passado? Qual será o futuro que nos espera e aos nossos descendentes? Haverá um fim da História, ou um fim da nossa História? Se um ser humano fosse privado de pensar isso seria o mesmo que possuir uma vida sem existência. A Verdade Única é a negação da Liberdade de pensar.
A utilização dos meios de controlo e manipulação das mentes, da arma da comunicação, enquanto opção política para ganhar a adesão de uma maioria de apoiantes não é compatível com a informação leal e com o respeito pelas opiniões da maioria. (…) como escreveu Etienne de La Boétie em Discurso Sobre a Servidão Voluntária, «o vulgo persegue os próprios interesses particulares e não tem olhos para ver as razões de Estado». Numa democracia, a razão de Estado não elimina o direito de todos a saber o que determina as suas vidas, um direito que as elites tomaram para seu uso exclusivo. A razão de Estado não pode ser transformada na Verdade Única, nem impedir os cidadãos de Pensar!
Como podemos enfrentar a principal ameaça à Liberdade, o pensamento único que nos é imposto por métodos mais ou menos subtis, mas sempre perversos? Em que medida somos cidadãos com direitos ou objetos sujeitos a forças que não dominamos? Em que guerras estamos envolvidos e ao serviço de que interesses? Como portugueses, qual a nossa relação com o mundo, com a Europa, com a África, com o nosso passado? Qual será o futuro que nos espera e aos nossos descendentes? Haverá um fim da História, ou um fim da nossa História? Se um ser humano fosse privado de pensar isso seria o mesmo que possuir uma vida sem existência. A Verdade Única é a negação da Liberdade de pensar.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895663453 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | setembro de 2023 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 231 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 222 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Tribuna Pública |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política Internacional
|
| EAN: | 9789895663453 |
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