O Mel sem Abelhas
SINOPSE
A novela descreve a história de Marta, que chega à cidade do Funchal vinda de Angola no decorrer do século XVI, para trabalhar como escrava na cultura da cana. Com o olhar do medo, acompanhado pelo fascínio do novo que se lhe apresenta na ilha, vê-se na necessidade de encontrar na cidade do Funchal alguma forma de abrigo e, simultaneamente, inventar um modo de voltar a casa.
Fruto de uma exaustiva investigação histórica e da afirmação de um talento literário singular já anunciado no seu primeiro romance, Judite Canha Fernandes traça a história da escravatura portuguesa e da sociedade colonial madeirense do século XVI açucareiro através voz de uma mulher escravizada, num romance profundamente original que é também um fresco de uma época e de uma condição social.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897853494 |
| Editor: | Gradiva |
| Data de Lançamento: | março de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 225 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 176 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Gradiva |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897853494 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um pequeno grande livro
Ler, um prazer adquirido
Duríssimo porque a violência, a dor, o desespero e o pânico de quem viu a destruição e morte, para ser raptada e escravizada é sentido nas palavras de Marta que o conta na primeira pessoa. A viagem de navio é atroz e tive que o parar de ler algumas vezes porque cada frase me sufocava neste testemunho ficcional histórico dos horrores da escravatura na cultura da cana de açúcar na Madeira no séc. XVI. Uma história de força, resistência e luta interior. Os ciclos que vão da cana até à produção do açúcar, com os escravos que de dia trabalhavam no Engenho e à noite serviam os senhores, num livro muito bem escrito, resultado de uma aprofundada pesquisa. Boa leitura.
Um pequeno grande livro
Ler, um prazer adquirido
Duríssimo porque a violência, a dor, o desespero e o pânico de quem viu a destruição e morte, para ser raptada e escravizada é sentido nas palavras de Marta que o conta na primeira pessoa. A viagem de navio é atroz e tive que o parar de ler algumas vezes porque cada frase me sufocava neste testemunho ficcional histórico dos horrores da escravatura na cultura da cana de açúcar na Madeira no séc. XVI. Uma história de força, resistência e luta interior. Os ciclos que vão da cana até à produção do açúcar, com os escravos que de dia trabalhavam no Engenho e à noite serviam os senhores, num livro muito bem escrito, resultado de uma aprofundada pesquisa. Boa leitura.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
A Justiça de Deus10%Imprensa Académica16,42€
18,24€portes grátis -
A Ressurreição de Maria10%Elsinore14,36€
15,95€