O Mandarim

Livro 5

de Eça de Queirós
Editor: Raiz Editora / Lisboa Editora, março de 2006 ‧
Um ser misterioso, que é obviamente o Diabo, propõe a Teodoro um dilema terrível: tocar uma campainha mágica e matar, à distância e de imediato, o riquíssimo Mandarim Ti Chin-Fu, que vivia nos confins da China. Este simples gesto faria dele o herdeiro e senhor de uma imensa fortuna!

Teodoro cede à tentação e torna-se um nababo. Mas o crime, mesmo executado telepaticamente, não compensa...


Colecção 1001 LIVROS

Bastante apelativos, os livros desta colecção, destinados a um público com idade superior a 10 anos, contêm:

  • Texto integral anotado;
  • Linhas de leitura para ler melhor;
  • Jogos e desafios de escrita;
  • Outros textos sobre o mesmo tema.
  • O Mandarim

    de Eça de Queirós

    Propriedade Descrição
    ISBN: 978-972-680-659-2
    Editor: Raiz Editora / Lisboa Editora
    Data de Lançamento: março de 2006
    Idioma: Português
    Dimensões: 130 x 195 x 10 mm
    Encadernação: Capa mole
    Páginas: 128
    Tipo de produto: Livro
    Coleção: 1001 Livros
    Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
    EAN: 978972680659210

    Obra Surpreendente

    Jaqueline Sousa Miguel

    Este livro foi-me aconselhado por uma professora de Direito Administrativo. Pensei que não tinha nada a ver, mas ao lê-lo fiquei admirada: a história d'"O Mandarim" tem muito mais do que aquilo que primeiro se lê. Aconselho a uma leitura mais meditativa. Ficarão surpreendidos!

    SOBRE O AUTOR

    Eça de Queirós

    Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
    Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
    Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

    (ver mais)

    LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

    DO MESMO AUTOR

    QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU