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O Livro dos Gatos

(Edição Bilingue)

de T. S. Eliot; Tradução: João Almeida Flor; Ilustração: Axel Scheffler

idioma: inglês, português
editor: Nova Vega, outubro de 2011
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Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.

Venham conhecer Mister Mistofélix, o velho Fortunato que só quer dormir, e o Rufino Finório, que é um gato esquisito. Mas terão muita sorte se derem com o Mascarilho, criminoso perfeito que se ri da lei e que nunca ninguém consegue apanhar. O Livro dos Gatos, no original Old Possum's Book of Pratical Cats, é uma colectânea de curiosos e animados poemas dedicados à psicologia e sociologia felina. Foram escritos nos anos 30 por T. S. Eliot e incluídos pelo próprio, sob o nome "Old Possum", nas cartas que enviava aos seus afilhados. Em 1939, a editora que tinha o exclusivo da sua obra decidiu reunir e publicar 15 desses poemas sob a forma de livro. O sucesso foi imediato e as reedições, bem como as traduções para outras línguas, sucederam-se. Estes poemas ficariam ainda mais famosos a partir de 1981 com a sua adaptação ao musical Cats, de Andrew Lloyd Webber, um dos mais vistos de sempre em todo o mundo.

O Livro dos Gatos

(Edição Bilingue)

de T. S. Eliot; Tradução: João Almeida Flor; Ilustração: Axel Scheffler

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726999614
Editor: Nova Vega
Data de Lançamento: outubro de 2011
Idioma: Inglês, Português
Dimensões: 186 x 229 x 12 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 32
Tipo de produto: Livro
Coleção: Outras Obras
Classificação temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
EAN: 9789726999614
e e e e e

Fantástico

Ana Filipa Silva

é um livro muito engraçado, em que as personalidades dos gatos espelham as das pessoas. Um grande sentido de humor.

e e e e E

Encantador

Rolando Melo

Belíssima edição ilustrada do clássico de T. S. Eliot, que integra justamente o Plano Nacional de Leitura (5.º ano): recomendado a todos os amantes de gatos e não só!

T. S. Eliot

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1948

Thomas Stearns Eliot (1888-1965), poeta, crítico e dramaturgo inglês, nasceu em St. Louis, no Missouri. Frequentou a Universidade de Harvard (1906-10), prosseguindo os seus estudos na Sorbonne, onde estudou durante um ano. Regressou a Harvard para estudar filosofia por um período de três anos. Teve como professores George Santayana, Josiah Royce e Bertrand Russel. Uma bolsa de estudo levou-o posteriormente à Universidade de Oxford, onde preparou o seu doutoramento sobre a filosofia idealista de F. A. Bradley e aprofundou os seus conhecimentos de Platão e Aristóteles. A tese de Eliot foi publicada em 1936. Persuadido por Ezra Pound, fixou-se definitivamente em Inglaterra em 1915, naturalizando-se em 1927. Nesse ano converteu-se ao catolicismo; da sua conversão ao movimento católico no seio da Igreja inglesa dão testemunho os seus ensaios reunidos no volume For Lancelot Andrews (1928). De 1917 a 1919 Eliot foi assistente editorial da revista The Egoist. Entretanto, em 1917, foi publicado o seu primeiro livro de poesia, Prufrock and Other Observations , para o qual foi decisivo o apoio de Ezra Pound. O poema The Love Song of J. Alfred Prufrock foi publicado inicialmente na revista americana Poetry em 1915. Em 1917 Eliot escreveu o ensaio Tradition and the Individual Talent , a que se seguiram um segundo volume de poesia ( Poems , 1919), que incluía o poema Gerontion , e uma reedição de Prufrock intitulada Ara vos prec (1920). Depois de lecionar em diversas escolas inglesas, Eliot trabalhou durante oito anos no Lloyds Bank , antes de se tornar diretor da editora Faber (1925). Em 1922, no primeiro número da revista Criterion (que Eliot editou entre 1923 e 1939), foi publicado The Waste Land, o poema mais influente deste século, dedicado a Ezra Pound e posteriormente publicado na Hogarth Press por Leonard e Virginia Woolf. O tema de The Waste Land é a decadência e fragmentação da cultura ocidental, concebida imaginativamente por analogia com o fim de um ciclo de fertilidade natural. O poema divide-se em 5 partes, que não obedecem a uma sequência lógica, e estende-se por 433 versos. A justaposição de símbolos, imagens, ritmos, citações e sequências temporais, contribuem para a dimensão épica do poema e reforçam a sua coerência artística. Considerado um poema controverso desde o momento da sua publicação, The Waste Land marcou o início de uma nova fase na poesia deste século. Eliot só voltou a publicar poesia em 1830, com The Hollow Men ; no mesmo ano publicou Ash Wednesday , o registo poético da conversão do escritor ao catolicismo. As peças The Rock (1934) e Murder in the Cathedral (1935) refletem igualmente a adesão de Eliot à doutrina católica. O mesmo acontece nos seus dramas posteriores: The Family Reunion (1939), The Cocktail Party (1950), The Confidential Clerk (1954) e The Elder Statesman (1958). Entretanto, entre 1935-42, Eliot produziu nova obra-prima, Four Quartets , publicada num único volume em 1943. Nos poemas que compõem aquela obra, Eliot aperfeiçoou uma linguagem poética própria, adequada às experiências espirituais que esses poemas traduzem. A reputação de Eliot como figura cimeira do Modernismo europeu é indissociável de uma reflexão constante sobre a tradição literária inglesa, sobre a qual escreveu longamente. Os seus ensaios críticos revelam esta preocupação constante com a poesia e a tradição: The Sacred Wood (1920), Homage to Dryden (1924), The Use of Poetry and the Use of Criticism (1933), Elizabethan Essays (1934), Milton (1947), Poetry and Drama (1951), The Three Voices of Poetry (1953), On Poetry and Poets (1957). Entre os seus trabalhos de crítica social contam-se obras polémicas como After Strange Gods (1936), The Idea of a Christian Society (1939) e Notes Towards a Definition of Culture (1948). O seu estilo desafiador está igualmente presente na reflexão sobre os escritores clássicos (Modern Education and the Classics, 1934) e em termos gerais na sua abordagem da literatura. Até ao final da sua vida, Eliot não deixou de se pronunciar de forma crítica sobre a expressão poética enquanto manifestação da consciência moderna. A consistência do seu pensamento e a coerência da sua formulação valeram-lhe um estatuto privilegiado na literatura anglo-americana. Em 1948 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura.

T. S. Eliot. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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