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Prufrock e outras Observações

de T. S. Eliot
Editor: VS. Editor, março de 2019 ‧
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O poema A canção de Amor de Alfred Prufrock saiu primeiramente a público em 1915, por instâncias de Ezra Pound, na revista Poetry A Magazine of Verse onde haviam já publicado Robert Frost e W. B. Yeats, e onde viriam igualmente a publicar Wallace Stevens e outros poetas de língua inglesa, mas a primeira edição do livro, tal como o conhecemos, só veria a luz em 1917, na pequena editora The Egoist, dirigida por Dora Marsden, a grande sufragista inglesa, que veio igualmente a editar Joyce, Pound, ou D. H. Lawrence.

Em 1917, ou seja, o ano da Revolução Russa, e também o ano de Fountain, de Marcel Duchamp, referência essencial na arte do século XX. Trata-se, na verdade, de um poema fundador da poesia moderna e de todo o Modernismo, pelo que apresentar sua versão portuguesa, cem anos depois, pareceu desejável, por se verem nele lançadas não só as bases da poesia futura do Poeta como, sobretudo, a marca subtil que viria a influenciar, depois, muita da maior poesia do século XX, e não apenas a de expressão anglo-americana.

Versão de Bernardo Pinto de Almeida.

Prufrock e outras Observações

de T. S. Eliot

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899981188
Editor: VS. Editor
Data de Lançamento: março de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 206 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789899981188

SOBRE O AUTOR

T. S. Eliot

T.S. Eliot, poeta, crítico e dramaturgo inglês, nasceu em St. Louis, no Missouri, em 1888. Frequentou a Universidade de Harvard (1906-10), prosseguindo os seus estudos na Sorbonne, onde estudou durante um ano. Regressou a Harvard para estudar Filosofia por um período de três anos. Persuadido por Ezra Pound, fixou-se definitivamente em Inglaterra em 1915, naturalizando-se em 1927, ano em que se converte ao «anglo-catolicismo», nas suas palavras. Depois de lecionar em diversas escolas inglesas, Eliot trabalhou durante oito anos no Lloyds Bank, antes de se tornar editor da editora Faber (1925). Pela sua obra, de que se destacam os títulos Prufrock e Outras Observações (1915), A Terra Desolada (1922) e Quatro Quartetos (1941), foi-lhe atribuído o prémio Nobel de Literatura em 1948. Morreu de um enfisema, em Londres, em 1965.

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