O Foral Manuelino de Belver
Texto e contexto
Editor:
Palimage, setembro de 2020 ‧
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SINOPSE
Contém reprodução do fac-símile do Foral Manuelino de Belver
Dom Manuel, Rei de Portugal, concede Carta de Foral à Vila de Belver, a 18 de Maio de 1518.
É neste dia que o Concelho reforça a sua própria identidade. e é este livro, que agora se publica, que celebra tão importante distinção, que ombrea com a Beleza da paisagem humana e geográfica, de Tejo em fundo, que se contempla em Belver.
Nas páginas desta obra, alcança-se um amplo significado da História do Concelho. Publicam-se os fac-símiles do Foral e podem ver-se as imagens do relevante documento, tanto na sua Leitura Nova, mais abreviada, como na cópia completa datada dos anos de setecentos, e respectiva transcrição dos documentos. Para melhor compreensão dos textos, apresenta-se, ainda, um glossário de termos antigos. Desenvolve-se, igualmente, um estudo minucioso das cláusulas que compõem as normas vertidas no Foral.
Inicia o livro uma síntese do passado histórico de Belver em tempos medievais, contextualizado na evolução e crescimento do reino de Portugal, e que particulariza a estreita ligação do concelho à Ordem do Hospital. É ressaltada a doação de D. Sancho I da terra de Guidimtesta aos Hospitalários. de grande interesse, é o facto de todo este espaço estar situado numa região de proximidade fronteiriça, e por isso, especialmente estratégica, que o Castelo de Belver demarca e, ao mesmo tempo, protege. Também o texto se debruça sobre vários aspectos do viver social e económico das populações.
O Foral Manuelino de Belver contém as normas que deviam também ser cumpridas pelos antigos concelhos de Bicheira, de Envendos e Carvoeira, e permite verificar o intenso labor agrícola da Vila, fortemente dominada pela cultura da Oliveira, mas igualmente a sua importância na criação de gado e na pesca. Por sua vez os direitos de portagem, minuciosamente enumerados, e que eram os mesmos que se aplicavam na Guarda, remetem-nos para a sua dinâmica comercial, enquanto outras cláusulas completam os direitos e deveres dos vizinhos em tempos quinhentistas.
Como escreve a Autora: «A publicação nesta obra das duas versões do foral manuelino de Belver de 18 de Maio de 1518 e do seu estudo convocam a significativa e profunda história deste concelho, que se prolongou como entidade administrativa municipal ainda por mais três séculos, e, presentemente, adensa o longo passado da freguesia de Belver.»
Dom Manuel, Rei de Portugal, concede Carta de Foral à Vila de Belver, a 18 de Maio de 1518.
É neste dia que o Concelho reforça a sua própria identidade. e é este livro, que agora se publica, que celebra tão importante distinção, que ombrea com a Beleza da paisagem humana e geográfica, de Tejo em fundo, que se contempla em Belver.
Nas páginas desta obra, alcança-se um amplo significado da História do Concelho. Publicam-se os fac-símiles do Foral e podem ver-se as imagens do relevante documento, tanto na sua Leitura Nova, mais abreviada, como na cópia completa datada dos anos de setecentos, e respectiva transcrição dos documentos. Para melhor compreensão dos textos, apresenta-se, ainda, um glossário de termos antigos. Desenvolve-se, igualmente, um estudo minucioso das cláusulas que compõem as normas vertidas no Foral.
Inicia o livro uma síntese do passado histórico de Belver em tempos medievais, contextualizado na evolução e crescimento do reino de Portugal, e que particulariza a estreita ligação do concelho à Ordem do Hospital. É ressaltada a doação de D. Sancho I da terra de Guidimtesta aos Hospitalários. de grande interesse, é o facto de todo este espaço estar situado numa região de proximidade fronteiriça, e por isso, especialmente estratégica, que o Castelo de Belver demarca e, ao mesmo tempo, protege. Também o texto se debruça sobre vários aspectos do viver social e económico das populações.
O Foral Manuelino de Belver contém as normas que deviam também ser cumpridas pelos antigos concelhos de Bicheira, de Envendos e Carvoeira, e permite verificar o intenso labor agrícola da Vila, fortemente dominada pela cultura da Oliveira, mas igualmente a sua importância na criação de gado e na pesca. Por sua vez os direitos de portagem, minuciosamente enumerados, e que eram os mesmos que se aplicavam na Guarda, remetem-nos para a sua dinâmica comercial, enquanto outras cláusulas completam os direitos e deveres dos vizinhos em tempos quinhentistas.
Como escreve a Autora: «A publicação nesta obra das duas versões do foral manuelino de Belver de 18 de Maio de 1518 e do seu estudo convocam a significativa e profunda história deste concelho, que se prolongou como entidade administrativa municipal ainda por mais três séculos, e, presentemente, adensa o longo passado da freguesia de Belver.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897032349 |
| Editor: | Palimage |
| Data de Lançamento: | setembro de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 196 x 289 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 112 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Raíz do Tempo |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789897032349 |
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