O Fazedor

Livro 1

de Jorge Luis Borges
Editor: Difel, abril de 2002 ‧
O Fazedor ocupa um lugar particularmente destacado na obra de Jorge Luís Borges, pois, como ele diz, «de quantos livros publiquei, creio que nenhum é tão pessoal como esta desordenada, indisciplinada colectânea, precisamente porque fértil em imagens e interpolações».
Nestas páginas, tão breves quanto densas, característica bem conhecida do trabalho borgiano, está o artista de corpo inteiro – poeta em prosa e em verso –, como o ensaísta ou, melhor dizendo, o escritor subtil, erudito e não poucas vezes irónico.
Jorge Luís Borges apresenta-se-nos com essa dualidade que lhe é inseparável: por um lado, a sua visão literária universal, preferentemente orientada para os temas ligados às literaturas inglesa, greco-latina e oriental.
O Fazedor, publicado em 1960, é considerado um dos seus mais penetrantes trabalhos literários.

«Mais uma fascinante série de contos de Borges. A meio caminho entre a realidade e o fantástico, as histórias do genial escritor argentino encontraram já uma forte corrente de público em Portugal. Descendente de portugueses, Borges é um latino assumido com fortes raízes culturais anglo-saxónicas livremente cultivadas.»
Sete

O Fazedor

de Jorge Luis Borges

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722905930
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 229 x 149 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 148
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722905930
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Jorge Luis Borges

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro — Fervor de Buenos Aires — mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade — e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.

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