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O Crime do Padre Amaro

Livro de bolso

de Eça de Queiroz
Editor: 11 X 17, março de 2026 ‧
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Publicado pela primeira vez em 1875, O Crime do Padre Amaro é, provavelmente, o mais lido e mais controverso romance de Eça de Queirós. A sua publicação deu azo a vários protestos por parte da Igreja Católica e marcou o início do Realismo na literatura portuguesa.

A ação centra-se no amor proibido entre o jovem Padre Amaro, recém-chegado a Leiria, e Amélia, filha da dona da pensão onde este se instala. Eça compôs um retrato corrosivo sobre o celibato do clero, expondo simultaneamente o provincianismo e as falsas aparências que dominavam a sociedade portuguesa da época.

O Crime do Padre Amaro

Livro de bolso

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722550956
Editor: 11 X 17
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 108 x 168 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 512
Tipo de produto: Livro
Coleção: 11X17
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722550956
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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