O Chapéu Reclame de Cigarros

Contribuição para uma psicoterapia institucional

de Eurico Figueiredo

editor: Edições Afrontamento
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Eurico Figueiredo é doutor em psiquiatria e psicoterapia e professor do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto. Actualmente é deputado na Assembleia da República.

Este livro é um relato da experiência apaixonante de prevenir a hospitalização completa e de tratar, entre outras situações de crise, os episódios esquizofrénicos agudos. Inovador no âmbito das técnicas terapêuticas hospitalares, o livro abre novas perspectivas para a Psicoterapia Institucional.

O Chapéu Reclame de Cigarros

Contribuição para uma psicoterapia institucional

de Eurico Figueiredo

ISBN: 9789723600377
Editor: Edições Afrontamento
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 208 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 150
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca das Ciências do Homem
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicanálise
EAN: 9789723600377
Eurico Figueiredo

Eurico Figueiredo nasceu em Vila Real em 1939. É Professor Catedrático de Psiquiatria. Com 16 anos iniciou a sua atividade política no MUD Juvenil. Aos 18 anos participou ativamente na campanha do General Humberto Delgado. Como Presidente da Comissão Pró-Associação dos Estudantes de Medicina de Lisboa foi dos mais destacados dirigentes das greves de 1962. Na sequência destas greves, e tendo participado na greve da fome, foi expulso por trinta meses da Universidade de Lisboa. Em Coimbra, de 1962 a 1965, participa ativamente na reorganização do movimento estudantil local. Em agosto de 1962 é eleito, em Reunião Nacional do Movimento Estudantil, como o primeiro Secretário-Geral do Secretariado Nacional dos Estudantes Portugueses. Funda, em 1963, em Coimbra, o movimento clandestino "Movimento Sindical Estudantil" que, durante anos, coordena a atividade estudantil antifascista e que dirige com, entre outros, A. Correia de Campos, Medeiros Ferreira, N. Brederode Santos, Valentim Alexandre. Preso três vezes pela PIDE, por períodos curtos, vê-se obrigado ao exílio em 1965, na Suíça, onde viveu até 1976. Neste país desenvolve uma intensa atividade política em ligação com Portugal, entre outros, com Jorge Sampaio, e com Argel, sobretudo, com Manuel Alegre e Piteira Santos. Militante do PCP desde os 18 anos, abandona este partido, em 1967, no mesmo dia em que as tropas Russas entram na Checoslováquia, como sinal de protesto contra este facto. Militante do Partido Socialista, desde agosto de 1974, foi várias vezes membro da Direção Nacional e Política deste partido. Deputado de 1983 a 1985 e de 1991 até 1999 foi, entre outros cargos, deputado à Assembleia da NATO e Presidente da Comissão da Administração do Território e Poder Local. Autor do relatório da Assembleia da República sobre a regionalização, em 1997. Durante o processo de regionalização distinguiu-se na defesa da identidade Trasmontana e da integridade do Douro. Tem-se preocupado com a problemática da proteção do ambiente e do património dando particular atenção ao tema dos rios internacionais de Portugal.

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