O Céu é dos Violentos

de Flannery O'Connor
Editor: Cavalo de Ferro, setembro de 2008 ‧
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Publicado em 1960, «O céu é dos violentos» é o segundo e último romance de Flannery O’Connor.

O livro narra a história de Francis Tarwater, um adolescente de 14 anos, que tenta a todo o custo escapar ao seu destino: tornar-se num profeta religioso, seguindo as pisadas do seu tio-avô. Quando este último morre, logo no início do romance, Francis renega os seus ensinamentos, põe fogo à propriedade rural onde ambos viviam e vai ao encontro do seu tio, Rayber e do filho deste, Bishop, uma criança mentalmente atrasada, cujo avô de Francis queria salvar através do baptismo. No entanto, Francis descobre que a força do destino se sobrepõe à sua nova vida secular e, através de um acto de extrema violência, reconcilia-se com a missão que lhe tinha sido traçada desde a infância pelo seu avô.

O Céu é dos Violentos

de Flannery O'Connor

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896230838
Editor: Cavalo de Ferro
Data de Lançamento: setembro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 132 x 211 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896230838

SOBRE O AUTOR

Flannery O'Connor

Escritora norte-americana, Mary Flannery O'Connor, nascida a 25 de março de 1925, em Savannah, no estado da Géorgia, e falecida a 3 de agosto de 1964, tornou-se conhecida pelos seus contos de cariz gótico sulista. A sua escrita incidiu principalmente na decadência do Sul americano e das suas gentes, combinando o cómico, o trágico e o brutal.
Aos doze anos, quando foi diagnosticada lúpus (uma doença hereditária) ao seu pai, mudou-se para Milledgeville, onde a mãe nascera, também na Georgia. O pai viria a morrer três anos mais tarde.
Flannery O'Connor licenciou-se em Inglês e Sociologia e, em 1946, foi aceite a sua candidatura ao Iowa Writers' Workshop. Logo nesse ano, publicou a sua primeira história, The Geranium. Mais tarde viria a reescrever esta história e a intitulá-la Judgement Day. Seria o seu último escrito conhecido. Em 1947, publicou o primeiro dos seus dois únicos romances, Wise Blood, com o qual ganhou o Rinehart-Iowa Fiction Award. Dois anos depois, aceitou o convite do tradutor de grego e poeta Robert Fitzgerald para ir morar com ele e com a mulher em Redding, no estado do Connecticut. No entanto, passado um ano foi diagnosticada lúpus a Flannery O'Connor e deram-lhe uma esperança de vida de cinco anos (acabou por viver cerca de quinze). Resolveu regressar a Milledgville, para a sua quinta de Andalusia.
Foi o seu período mais criativo e, em 1955, ela própria fez uma recolha do seus contos e publicou A Good Man Is Hard to Find and Other Stories (Um Bom Homem É Difícil de Encontrar). Em 1960, lançou o seu segundo romance, The Violent Bear It Away (O Mundo É dos Violentos). Passados cinco anos saiu, a título póstumo, nova coletânea de contos, Everything That Rises Must Converge, que ainda foi compilada pela autora.
Paralelamente à atividade de escritora, Flannery O'Connor dedicou-se também, na sua quinta em Andalusia, à criação de aves, nomeadamente pavões, e à pintura.
Quando morreu aos 39 anos, a 3 de agosto de 1964, Flannery O'Connor tinha produzido 32 contos e dois romances.
Posteriormente à sua morte, foi criado o Prémio de Conto Flannery O'Connor, que é atribuído anualmente nos Estados Unidos da América.

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