O brincador
SINOPSE
O brincador é uma coletânea de poemas que tem cativado sucessivas gerações de leitores de todas as idades e integra os poemas de culto de Álvaro Magalhães como
O limpa-palavras
A palavra fogão cozinha o meu jantar.
A palavra brisa refresca-me.
A palavra solidão faz-me companhia.
As portas
Um sorriso abre-as.
Uma palavra também,
se for uma palavra-chave.
Aniversários
Os anões são tão pequeninos
que não fazem anos, fazem aninhos.
Os gigantes são tão grandalhões
que não fazem anos, fazem anões.
Um livro encantador, fundamental.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-71424-4 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | maio de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 224 x 227 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 80 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Álvaro Magalhães |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Infantis e Juvenis
>
Livros Infantis de Ficção
>
Infantil (6 a 10 anos)
|
| EAN: | 978972071424410 |
| Idade Mínima Recomendada: | Entre 6 e 10 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Muito bom
Elisabete
Os poemas são maravilhosos, cheios de ritmo, alegria, surpresa e encanto; e as ilustrações repletas de cor, são um excelente complemento.
Maravilhoso
Maria José
Para comemorar os 40 anos de carreira literária do autor Álvaro Magalhãe, a Porto Editora reeditou numa edição belíssima esta sua coletânea de poemas, acompanhados de ilustrações incríveis. Em “O brincador” o autor brinca com as palavras de uma forma deliciosa. Mostra-nos que devemos manter o nosso lado de criança sempre vivo, para nos conseguirmos maravilhar com o que nos rodeia. Trata-se de livro para todas as idades, com poemas simples, mas com mensagens de muito valor. E nada melhor que um pequeno excerto para verem a magia das palavras de Álvaro: “Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor. Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for. Quero brincar de manhã à noite, seja no que for. Quando for grande, quero ser um brincador. Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor. Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer. Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar, como imagina um imaginador... A mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida. E depois acrescenta, a suspirar: “é assim a vida”. Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar. A vida é assim? Não para mim. Quando for grande, quero ser brincador. Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta. Na minha sepultura, vão escrever: “Aqui jaz um brincador. Era um homem simples e dedicado, muito dado, que se levantava cedo todas as manhãs para ir brincar com as palavras.”
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