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O Atendimento Geral

de Paulo J. Mendes
Editor: Escorpião Azul, fevereiro de 2026 ‧
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Um tímido escriturário vê a sua vida virada do avesso ao ser encarregado de abrir uma sucursal em certa vila do interior. A mesma onde, na infância e na juventude, passava férias na quinta de uma tia até ao derradeiro ano em que algo corre mal e aquela lhe põe as malas à porta. De regresso forçado após três décadas a um meio pequeno e fechado que já não reconhece, irá defrontar amigos tornados inimigos, a elite local que o hostiliza, insaciáveis apetites imobiliários e a pressão para obter resultados que não consegue, enquanto se deixa capturar por um ressuscitado apego à velha casa, memórias e cultivos ancestrais. Pelo caminho, o reacender de uma antiga paixão estival acarreta outro factor jamais superado: Um total estado de paralisia que o atinge sempre que se envolve fisicamente com alguém...

O Atendimento Geral

de Paulo J. Mendes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893518793
Editor: Escorpião Azul
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 173 x 241 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Humor
EAN: 9789893518793

SOBRE O AUTOR

Paulo J. Mendes

Paulo J. Mendes nasceu no Porto em 1965, tendo desenvolvido desde cedo o gosto pelo desenho. Frequentou a Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, sendo dessa altura os primeiros e toscos esforços em BD, que publica no fanzine Comicarte, com cuja estrutura associativa colaboraria na organização das primeiras edições do Salão de Banda Desenhada do Porto. Participaria em algumas publicações de efémera duração, como o Jornal de Ramalde ou o descabelado fanzine "Düdü", que cria com dois amigos.

A vida profissional e outros interesses irão afastá-lo por algumas décadas do universo da BD, como desenhador e leitor.
Trabalhou como desenhador publicitário em listas telefónicas e como pintor de azulejaria, tendo de permeio experiências diversas como a ilustração de temática ferroviária, desenho de medalha e de ex-líbris e ainda a pintura em aguarela.

Em 2014, começou a praticar "urban sketching", não tendo parado desde então e ao qual se dedica actualmente quase em exclusivo. O reencontro com a BD, desencadeado pela leitura de romances gráficos, foi como o acordar de um longo coma, reavivando o interesse, encantamento e a vontade de tornar a meter as mãos na massa – juntando uma série de ideias soltas, leva a efeito um exercício de retoma ao longo de ano e meio. O resultado é O Penteador, espécie de "desnovela gráfica", conforme gosta de lhe chamar.

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