Numa folha, leve e livre

de António Ramos Rosa
Editor: Lua de Marfim, abril de 2013 ‧
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Corpo e alma num novo corpo de texto assim é a palavra de Ramos Rosa.
O poeta escuta o seu próprio interior e a voz do seu ser é já "Folha Leve e Livre", água da vida, dança, arco de possibilidades. Aqui a natureza ganha a voz do sol e da sombra, entre o visível e o invisível a palavra abre o tempo e o espaço: "Amar as palavras/é inventar o vento/através da noite/em pleno dia" ou ainda "Se escrevo/é para entrar no claro círculo do dia/e ser uma pedra que respira/um núcleo branco" (ARR). - Gisela Ramos Rosa

Numa folha, leve e livre

de António Ramos Rosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898524706
Editor: Lua de Marfim
Data de Lançamento: abril de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 179 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 36
Tipo de produto: Livro
Coleção: Meia Lua
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789898524706

Impressionante!

Catarina Rodrigues

Peguei neste livro como Plano Individual de Leitura para a disiciplina de Literatura Portuguesa logo, não tinha muitas expectativas. A verdade é que estava totalmente enganada! Um conjunto de poemas de tirar o fôlego, que nos permitem viajar pela mente do autor e conectar com os vários elementos da Natureza. Poemas que nos fazem pensar na efemeridade da nossa vida e daquilo que nos rodeia e nos incentivam a procurar a Felicidade longe desse pensamento. Adorei, recomendo!

Belo

António Simões

Não são precisas muitas mais palavras e adjetivos para descrever mais um belíssimo livro de poemas de Ramos Rosa. Curto, pequeno, mas simples e eficaz. Recomendo.

SOBRE O AUTOR

António Ramos Rosa

Destacado poeta e crítico português nascido em Faro em 1924. Foi militante do MUD (Movimento de União Democrática) e conheceu a prisão política. Trabalhou como tradutor e professor, tendo sido um dos diretores de revistas literárias como Árvore e Cassiopeia. O seu primeiro livro de poesia, O Grito Claro, foi publicado em 1958. A sua obra poética ultrapassa os cinquenta títulos. É ainda autor de ensaios, entre os quais se salienta A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979-1980). Em 1988 foi distinguido com o Prémio Pessoa. Faleceu em setembro de 2013.

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