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Noturno Chileno

de Roberto Bolaño; Tradução: Rui Lagartinho e Sofia Castro Rodrigues

editor: Quetzal Editores, março de 2015
O chileno Sebastián Urrutia Lacroix, padre e crítico literário, membro da Opus Dei e poeta medíocre, rememora a viva voz numa única noite de febre alta os momentos mais importantes da sua vida, convencido de que vai morrer. Assim, aparecem no romance os sinistros senhores Oido e Odeim (anagramas de «ódio» e «medo», em espanhol), que o recrutam para dar aulas de marxismo ao general Pinochet, Ernst Jünger, para as festas de María Canales, uma mulher misteriosa em cuja mansão se reúne a nata da cultura chilena em serões artísticos, ao mesmo tempo que na cave, que nenhum dos hóspedes conhece, se desenrolam acontecimentos dignos de filme de um terror e que nas avenidas de Santiago impera o recolher obrigatório.

Um romance imprescindível e arrepiante em que o talento de Bolaño brilha em todo o seu esplendor.

«Um escritor extraordinário, um romance – possivelmente o seu melhor romance – inteligente, intenso, misterioso, poético e verdadeiro, que surge do mais profundo das contradições humanas.»
La Vanguardia

«Uma maravilhosa torrente de emoção, uma meditação histórica brilhante, uma fantasia que nos cativa. Noturno Chileno é um desses raros e autênticos prodígios: um romance contemporâneo, destinado a ocupar para sempre um lugar na literatura universal.»
Susan Sontag

Noturno Chileno

de Roberto Bolaño; Tradução: Rui Lagartinho e Sofia Castro Rodrigues

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897221972
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: março de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 235 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897221972
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e E E

Um longo parágrafo

SMC

Um longo parágrafo de mais de 120 páginas em que muito acontece na vida do protagonista, padre aspirante a escritor e crítico literário. A sua história e a história do Chile unem-se; o ritmo é frenético. Escritores, críticos, políticos, religiosos e figuras enigmáticas.

e e e e E

Uma leitura agradável

Alice Melão

Numa escrita simples, directa, e pessoal, Roberto Bolaño leva-nos a viajar pela mente de um padre que testemunhou de perto as históricas alterações políticas pelas quais o Chile passou. Pela voz da personagem principal, o escritor questiona vários acontecimentos políticos que levaram à construção do Chile de hoje. Sempre mantendo uma inocente aparência este livro constrói uma (quase) invisível história secundária que foi uma realidade para muitos. Nocturno Chileno é uma boa companhia para um dia descansado.

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Imperdível

Paulo Chagas

Uma narrativa em ritmo alucinante. Um combate de memórias, ideias e emoções num turbilhão de palavras intermináveis. Lê-se de um só fôlego. Imperdível!

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O melhor de Bolaño

NunoA

Este é, para mim, o melhor livro de Bolaño. Uma maravilha.

e e e e e

Magnífico.

D.

É um livro muito bom. Excelente romance.

Roberto Bolaño

Roberto Bolaño nasceu em 1953, em Santiago do Chile. Aos quinze anos mudou-se com a família para a Cidade do México. Durante a adolescência leu vorazmente e escreveu poesia. Fundou com amigos o Infrarrealismo, um movimento literário punk-surrealista, que consistia na «provocação e no apelo às armas» contra o establishment das letras latino-americanas. Nos anos setenta, Bolaño vagabundeou pela Europa, após o que se instalou em Espanha, na Costa Brava, com a mulher e os filhos. Aí, dedicou os últimos dez anos da sua vida à escrita. Fê-lo febrilmente, com urgência, até à morte (em Barcelona, em julho de 2003), aos cinquenta anos. A sua herança literária é de uma grandeza ímpar, sendo considerado o mais importante escritor latino-americano da sua geração – e da atualidade. Entre outros prémios, como o Rómulo Gallegos ou o Herralde, Roberto Bolaño já não pôde receber o prestigiado National Book Critics Circle Award, o da Fundación Lara, o Salambó, o Ciudad de Barcelona, o Santiago de Chile e o Altazor, todos atribuídos a 2666, unanimemente considerado, juntamente com Os Detetives Selvagens, o maior fenómeno literário das últimas décadas.

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2666

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