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Naquele Dia Naquele CAZENGA

Romance

de Adolfo Maria

editor: Edições Colibri, fevereiro de 2016
Com Kota Medito - o narrador do bom senso cívico - embrenhamo-nos numa saga de origens remotas ultrapassando a própria condição humana do populoso bairro do Cazenga. Aparece com toda a vivacidade uma sociedade angolana na sua múltipla diversidade e riqueza.
Uma simples frase, pronunciada ocasionalmente por um ébrio, desperta uma consciência adormecida e amplia-se numa onda crescente de revolta, protagonizada pelos habitantes de um bairro, contra a ignomínia a que a sua condição de vida estava sujeita. Entre diálogos acalorados, reflexões plenas de riqueza, fundadas numa cultura telúrica, despontam as tácticas de controlo por parte da autoridade, emergem os métodos que levam à força, aparecem negociações. Mas também surgem rancores, intrigas, «mambos», ideais, fantasias e amores. Ergue-se, afinal, a vida tal qual existe na cena de uma nova Angola.
Naquele dia, naquele Cazenga faz surgir o dramático e o burlesco em apertada companhia. Desperta-nos o prazer de conviver com figuras cativantes que, a seu modo, nos levam a uma viagem pelo prodigioso mundo da angolanidade.
Um livro inseparável da realidade, baseado numa narração cativante, ritmada, com belo sentido de escrita, dando luz a uma literatura reflectida e comprometida com a procura da convivencialidade saudável entre a gente que faz uma nação. Um olhar fascinante sobre a cidadania como um exercício natural de pessoas comuns. Fica-nos o saboroso gosto pela liberdade do ser e da sua existência.

Naquele Dia Naquele CAZENGA

Romance

de Adolfo Maria

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896895648
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: fevereiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 230 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896895648
Adolfo Maria

Adolfo Maria, nascido em Luanda, é conhecido pela sua participação na luta pela Independência de Angola, através do combate cultural, político e armado, empreendido desde muito jovem. Esteve preso em 1959 pela polícia política portuguesa, a PIDE, por atividades nacionalistas.
No exílio, para onde partira em 1962, foi um dos fundadores do Centro de Estudos Angolanos, em Argel. Transferido em 1969 para a II Região político-militar do MPLA, dirigiu a Rádio Angola Combatente. Fez parte, em 1974, de uma tendência do MPLA, a Revolta Ativa. Por esse facto, cinco meses após a independência, foi obrigado a esconder-se durante quase três anos para escapar à captura pela polícia política angolana, a DISA. Após a amnistia, em setembro de 1978, Adolfo Maria, fez saber que estava vivo. Ficou preso cerca de três meses e depois expulso para Portugal, em janeiro de 1979, onde reencontrou o seu companheiro de luta Gentil Viana que estivera preso e fora torturado, sendo expulso de Angola em finais de 1978.
Em Lisboa, em meados dos anos 80, participou com Viana e Mário Pinto de Andrade na formação de um Grupo de Reflexão visando o fim da guerra civil em Angola. Depois dos Acordos de Bicesse, voltou ao país, em 1991 e 1992, acompanhando Viana que foi apresentar o seu plano de convivência nacional.
Publicou vários livros e artigos em jornais, assim como tem participado em vários colóquios e conferências sobre Angola e África. Tem entrevistas em vários órgãos de comunicação social radiofónica e televisiva e na imprensa, nomeadamente o Novo Jornal, de Luanda.

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