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Napoleão Vem Aí!

de Domingos Amaral
Editor: Casa das Letras, maio de 2021 ‧
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Durante a primeira invasão francesa, a possível vinda de Napoleão a Portugal, após a fuga de Dom João VI para o Brasil, precipita uma grave crise no casamento de Ana e Miguel, que leva à morte da primeira.
Crime ou suicídio? Tal como a nação portuguesa, Ana e Miguel sofreram uma provação terrível, pois ele apoiava os ingleses e ela foi amante de vários franceses. Considerada uma traidora à pátria, terá Ana sido morta por um patriota ou será Miguel, o marido enganado, o principal suspeito, como acusa o general Galopim, pai de Ana?

Em setembro de 1808 e após a derrota dos exércitos de Napoleão na batalha do Vimeiro, o general Junot já deixou Lisboa, mas Miguel descobre que Ana planeava fugir para França, acompanhando a sua grande amiga, a Condessa da Ega, e o seu secreto amante francês.

Terá Ana amado o sanguinário general Loison, o célebre Maneta? Terá sido enfeitiçada por um vergonhoso ladrão de igrejas como o general Kellerman? Ter-se-á deslumbrado com o sanguinário Príncipe de Salm, a quem poucos viram a cara? Ou apaixonou-se por Junot, o excêntrico Duque de Abrantes, cuja ambição era ser rei de Portugal?

Napoleão Vem Aí!

de Domingos Amaral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896610418
Editor: Casa das Letras
Data de Lançamento: maio de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 236 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896610418

Divertido!

Paula Baldaia Gomes

Um romance no séc XIX, que retrata a alta sociedade em Lisboa na altura, com romance, aventura, mistério, enfim com todos os ingredientes de uma boa história. Uma leitura divertida e em que se aprende algo da nossa História de Portugal.

Um habito

carlos neves

Mais um excelente livro do Domingos Amaral e que já nos habituou a excelentes envolvimentos entre o leitor e a historia e que conduz à época da invasão dos Franceses. uma leitura viciante, alias como já nos tem habituado em outras excelentes historias. Já a aguardar a continuação!

Excelente!

Júlia Couto

Mais um livro do Domingos Amaral que envolve o leitor na narrativa e que conduz à época retratada. Já a aguardar o segundo volume!

Napoleão Vem Aí

Rui Pinto

Excelente. Tendo como referência apenas dois dias de Setembro de 1808, o autor relata-nos os acontecimentos de quase um ano, sobre os tormentos infligidos pelos franceses em Portugal, aquando da primeira invasão. Um livro muitíssimo bem estruturado, de leitura viciante e polvilhado aqui e ali de um humor subtil. Fico à espera de poder ler a continuação. Recomendo a leitura, pois é mais uma lição sobre a tão nossa longa História e que nem sempre nos foi narrada com a verdade.

Excelente

Sofia Rodrigues

Domingos Amaral nunca desilude. A capacidade de nos contar uma história através da história é simplesmente fantástica !

Bom livro

Nuno Miguel

Bom livro, com uma história muito interessante que nos prende até a última linha e nos deixa com água na boca à espera do próximo livro que continua este. Recomendo.

Mais um bom livro

EA

Sigo este autor desde sempre, e nunca me arrependi de adquirir qualquer das suas obras. Desta vez não foi diferente e o autor (mais uma vez) prende o leitor à História com a sua fantástica forma de escrita, simples e direta.

Muito bom!

Teresinha

Escrita na continuidade que Domingos Amaral já nos habituou. Muito interessante e cativante.

SOBRE O AUTOR

Domingos Amaral

Domingos Freitas do Amaral nasceu a 12 de outubro de 1967, em Lisboa. É pai de quatro filhos, três raparigas e um rapaz. Formado em Economia pela Universidade Católica Portuguesa, onde é atualmente professor da disciplina de Economia do Desporto (Sports Economics), tem também um mestrado em Relações Económicas Internacionais, pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque.
Durante muitos anos foi jornalista, primeiro no jornal O Independente, onde trabalhou durante 11 anos, tendo depois sido diretor das revistas Maxmen, por sete anos, e GQ, durante quatro anos. Além disso, colaborou como cronista em diversos jornais e revistas, como Diário de Notícias, Diário Económico, Grande Reportagem, City, Grazia, Invista, Fortuna, Correio da Manhã e Record.
Tem dezasseis romances publicados, todos na Casa das Letras.
No presente, é igualmente administrador da Fundação José de Almeida Eusébio, na área da educação.

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