Não Há Palavras

de Zhang Jie
Editor: Gradiva, agosto de 2010 ‧
Não Há Palavras para exprimir a força de um sentimento que arrasta consigo a alma e muitas vezes a seca ao ponto de a tornar para sempre árida; ou que, pelo contrário, a enche ao ponto de extravasar, apagando a razão. Esse amor inexprimível está aqui, nas páginas deste romance: homens e mulheres à mercê dos sentimentos, que vivem as suas vidas unidos e separados por vicissitudes e paixões - tendo como fundo um país imenso, antiquíssimo, de civilização rica e complexa, que mudou com inaudita rapidez e violência no breve espaço de um século. Trata-se de um fresco memorável que remete para a grandeza de Doutor Jivago, de Boris Pasternak: leve e poderoso, surpreende a cada página - um mosaico de histórias individuais e colectivas, reconstituído, reconstruído e oferecido à memória e ao futuro.

«Para compreender o que é realmente a China de hoje é preciso começar a partir daqui, deste livro. É um romance magnífico, de personagens inesquecíveis, fascinante como uma história policial, apaixonante e leve como um poema; um romance do tamanho do país que conta, atormentado, ambicioso, sofrido, que prende no estômago e na cabeça. Da pena e da alma da maior escritora chinesa viva.»
La Stampa

Não Há Palavras

de Zhang Jie

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896163822
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: agosto de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 220 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Coleção: Gradiva
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896163822

SOBRE O AUTOR

Zhang Jie

Zhang Jie nasceu em Pequim em 1937. Licenciada em Economia em 1960, foi funcionária pública até ser forçada ao desterro no campo, em 1969, em plena Revolução Cultural. Regressou a Pequim em 1972, onde ainda reside. É membro honorário da American Academy and Institute of Arts and Letters, e em 1989 ganhou o Prémio Literário Internacional Malaparte. Além do português, as suas obras encontram-se traduzidas em inglês, francês, alemão, russo, dinamarquês, norueguês, sueco, finlandês, flamengo e italiano. Negros Anos prossegue a narrativa iniciada com Não Há Palavras, igualmente editado em Portugal pela Gradiva, embora ambos os romances possam ser lidos autonomamente.

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