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Londres

de Virginia Woolf
Editor: Relógio D'Água, dezembro de 2006 ‧
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Virginia Woolf era uma londrina. Na primeira metade da vida, a autora de Mrs. Dalloway quase não deixou a cidade do Tamisa. Após a morte do pai abandonou Kensignton e foi viver com a sua irmã Vanessa para Gordon Square, onde se formou o grupo de Bloomsbury, que se tornaria o símbolo da Inglaterra inovadora e culta. E mesmo depois de casar com Leonard Woolf e adquirir uma casa em Rodmell, manteve residência em Londres. Neste livro reúnem-se seis narrativas de Virginia Woolf, escritas na Primavera de 1931 para a revista Good Housekeeping sobre os habitantes, as catedrais, o Parlamento, as ruas, as docas e as casas de «grandes escritores» londrinos. Londres flui em sentido contrário à corrente do Tamisa, levando o leitor ao longo da cidade desde a confusão das docas, no extremo oriental, até às vagas de transeuntes de Oxford Street, em Chelsea, na parte ocidental. No final regressa à zona onde começou. No conjunto, Londres é um «passeio» pela mais cosmopolita das capitais europeias, guiado pela sua mais importante escritora de sempre.

Londres

de Virginia Woolf

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727088492
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: dezembro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 234 x 18 mm
Páginas: 108
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727088492

SOBRE O AUTOR

Virginia Woolf

Virginia Woolf nasceu em Londres a 25 de janeiro de 1882, filha de Sir Leslie Stephen, escritor e historiador ilustre da Inglaterra vitoriana. Desde cedo ligada a grupos de intelectuais, casou em 1912 com Leonard Woolf e com ele fundou a editora Hogarth Press, responsável pela revelação de autores como Katherine Mansfield e T. S. Eliot e pela publicação das suas próprias obras. Reconhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo britânico, destacam-se entre os seus trabalhos os romances Mrs Dalloway (1925), Orlando (1928) e As Ondas (1931), assim como o ensaio Um Quarto que Seja Seu (1929). Após sucessivas crises depressivas e não suportando o isolamento provocado pelo agravar da Segunda Guerra Mundial, suicida-se a 28 de março de 1941, em Lewes.

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