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Na Praia de Chesil

de Ian McEwan
Editor: Gradiva, abril de 2007 ‧
12,11€
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Um pequeno romance de profundidade e perspicácia notáveis, de um escritor no auge do seu talento.
Estamos em Julho de 1962. Edward e Florence, jovens inocentes casados naquela manhã, chegam a um hotel na costa de Dorset. Ao jantar na suíte reservada a casais em lua-de-mel, esforçam-se por dominar os medos íntimos da noite de núpcias que se avizinha...
Com Na Praia de Chesil Ian McEwan dá-nos mais uma obra-prima - uma história de vidas transformadas por um gesto não feito ou uma palavra não dita.

«Admirável.»
Eduardo Prado Coelho, Público

«Melhor livro em 2007, desconfio que não há.»
João Pereira Coutinho, Expresso

«Um romance perfeito.»
San Francisco Chronicle

«Uma reflexão profunda e certeira sobre os altos e baixos do amor.»
O, The Oprah Magazine

«O último romance de Ian McEwan é mais um exemplo de como um escritor é capaz, em pouco mais de cem páginas, de desenvolver um potencial explosivo que remete para a complexidade das relações entre os sexos, o peso da cultura familiar, as alterações sociais e do momento político e as consequências dramáticas, em termos pessoais. [É um livro] sobre segredos, sobre a incompreensão e sobre o fechamento de cada um no seu mundo.»
Helena Vasconcelos, Público

Na Praia de Chesil

de Ian McEwan

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896161743
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: abril de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 224 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 132
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Ian McEwan
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896161743

McEwan, o solitário

Fábio Lavos Martins

Mais um pequeno livro imperdível do multifacetado Ian McEwan. Que o mundo literário nunca lhe dará a valorização justa, é,quanto a mim, uma evidência. Tal como neste caso, é o cinema que o repesca, quase sempre, para produzir obras menores que o livro.

Decisões que mudam o curso da Vida

AllbyMyshelves

Depois de ter lido e adorado "Expiação", este foi um dos livros de Ian McEwan que me foi sendo mais sugerido. Ao ter Expiação ainda muito presente, e sendo esse um livro bastante maior e mais denso, acabou por influenciar a forma como, num primeiro momento, "avaliei" este livro. Primeiro dei 4 estrelas.No dia a seguir, ao acordar, tive de mudar para as 5 estrelas, porque acho que nunca vou esquecer esta história de Edward e Florence Na Praia de Chesil. Ian McEwan escreve livros que a leitora que sou, ou que me tenho vindo a tornar, ama ler. Personagens complexas, uma escrita de uma beleza e delicadeza tremendas, sem cair nos clichés ou nos lugares comuns. Tal como em Expiação, Na Praia de Chesil encontramos tudo isso numa história que, sendo bastante curtinha, tem o enorme poder de se entranhar em nós e nos fazer questionar sobre decisões que mudam o curso da nossa vida. E agora pretendo ver o filme cujo argumento foi adaptado deste livro, protagonizado por Saoirse Ronan

Grande escritor dos nossos tempos

Rita

Uma escrita habilidosa que transforma uma história banal, num produto literário. Lê-se muito bem

Interessante

Rita

De histórias simples, este autor consegue fazer livros que nos agarram.

Destinos...

Hel.

As consequências do que fica por dizer. Quem se delicia com a profundidade psicológica das personagens tem aqui um livro em cheio.

A força do que fica por dizer

Luisa Bonito

A minha estreia em Ian McEwan. Trata-se de livro de poucas páginas, que apesar de estar carregado de subtilezas, carrega consigo dilemas e dúvidas de peso. Os conflitos interiores e as angustias de um jovem casal que, quando lido por alguém com alguma bagagem emocional e de vida impele esse alguém a incentivar recorrentemente, durante a leitura, os personagens a abrir os seus corações um ao outro e a conversarem sobre o que os atormenta. Um pequeno livro que nos mostra que o que fica por dizer pode vincular de forma determinante o nosso destino...

A NÃO PERDER!

Carolina Machado

"Na Praia de Chesil" foi daqueles casos em que por causa da estreia do filme com o mesmo título, adquiri o livro. Para mim, não há qualquer hipótese de ver primeiro a adaptação ao ecrã e só depois ler a obra. Esse é um processo que obedece a uma regra simples e inabalável: a obra escrita previamente à cinematográfica. É um livro que engana pelo parco tamanho. Nas suas escassas páginas encerra uma história intensa que muita curiosidade me desperta ver agora passada ao grande ecrã para poder confrontar as imagens que foram sendo concebidas na minha imaginação, com as concretizadas em filme. A tensão gerada pelos dilemas daquele jovem par recém casado rapidamente nos contagia, levando a que sintamos uma inevitável empatia ainda que não nos reconheçamos na plenitude dos conflitos interiores de cada um deles. É um exercício fabuloso o de conseguirmos entrar na cabeça de outra(s) pessoa(s) pelas palavras de um escritor com a habilidade e mestria de Ian McEwan. Recomendo!

Um livro que não está ao nível do seu autor

Maria Teresa Meireles

Tratamento de um tema delicado com sensibilidade e inteligência, mas muito aquém do que seria de esperar num autor como Ian McEwan. Este é um dos poucos casos em que o filme supera o livro.

Uma decisão

Sara

Sendo o autor Ian McEwan, as minhas expectativas eram muito altas. A temática do livro é pertinente, ainda hoje um pouco tabu, e sentimos que a história se precipita irremediavelmente para uma decisão que mudará a vida dos protagonistas. Todavia, o final soube a pouco.

Banho iniciático

Vitor Lopes

Nesta história, tão cinematograficamente narrada, ressuma toda a dor contida na alegoria sobre os ritos de passagem e da purificação não consumados. Apesar de toda a carga de fatalidade e predestinação, a vida, generosa, ainda se permite desleixos caprichosos por onde pode tirar proveito a nossa capacidade de inflectir o caminho. Desde que se assumam as despesas da ausência de roadmap e da carência de bússola. Num prolongado entardecer "Na praia de Chesil", Edward e Florence, como em tantas outras circunstâncias e latitudes acontece, pagarão caro e irremediavelmente a omissão: é, "não fazendo nada, que todo o curso de uma vida pode ser alterado".

SOBRE O AUTOR

Ian McEwan

Ian McEwan é autor de dois livros de contos – Primeiro Amor, Últimos Ritos (Somerset Maugham Award 1976) e Entre os Lençóis – e de dezanove romances – O Jardim de Cimento (adaptado ao cinema em 1993), A Criança no Tempo (vencedor do Whitbread Award 1987), O Inocente (adaptado ao cinema em 1993), Estranha Sedução (adaptado ao cinema em 1990), Cães Pretos, O Sonhador, O Fardo do Amor (adaptado ao cinema em 2004), Amesterdão (vencedor do Booker Prize em 1998), Expiação (prémios US National Book Critics Circle 2002 e WH Smith 2002 para o melhor livro de ficção, adaptado ao cinema por John Wright), Sábado (Prémio James Tait Black Memorial), Na Praia de Chesil (nomeado para Galaxy Book of the Year 2008 nos British Book Awards onde o autor foi também nomeado para Reader’s Digest Author of the Year), Solar, Mel, A Balada de Adam Henry (também adaptado ao cinema), Numa Casca de Noz, Máquinas como Eu, Lições e O Que Podemos Saber. Publicou em 2009 um libreto para uma ópera de Michael Berkeley intitulado Por Ti e em 2019 a novela A Barata.
Todas as suas obras são publicadas em Portugal pela Gradiva. Assinou também vários argumentos para cinema, entre os quais, The Imitation Game, The Plough-man’s Lunch, Sour Sweet e The Good Son.
Vive atualmente em Londres.

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