Na Memória dos Rouxinóis
SINOPSE
Jorge Rousinol é um matemático galego, que sempre defendeu o esquecimento como o melhor veículo para a tomada de decisões acertadas. No final da vida encomenda uma biografia sua a uma casa editora. Estranha decisão para quem nunca quis recordar. O biógrafo escolhido acaba por ser alguém com quem privara décadas antes e que se vê, ele próprio, enleado em memórias moribundas.
É um romance em três tempos (o do passado do biografado, o do passado do biógrafo - e o do presente, que os une), que vê no arrependimento outra forma de se lidar com as recordações. Biógrafo e biografado conseguirão, em parte, o que pretendem: não se trata de esquecer, mas sim de escrever uma confissão. Uma escrita fantástica, inesperada, inovadora - de uma leveza surpreendente. Diálogos muito bem escritos, sensuais. Incursões pela magia dos números primos. Desenlace inesperado.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897224355 |
| Editor: | Quetzal Editores |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 236 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 216 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Língua Comum |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897224355 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Fica na memória
Jorge Matoso Rodrigues
Foi uma boa companhia para os dias que correm. Quero reler. Personagem e enredo inteligente, escrita de excelência.
Um livro que fica na nossa memória
VF
Um romance original, bem construído e com uma escrita elegante. Um belo livro!
Aborrecido
Rodrigo Braz
É verdade que a linguagem é eloquente, como poesia dentro de prosa, mas talvez por isso mesmo, às tantas, o leitor perde o fio à meada e acaba por se perder o impacto da perfeição da escrita precisamente porque quase todas as frases são floreadas (o chamado "mais do mesmo"). Que factos há a relatar sobre o enredo? Em 3 frases curtas poderíamos resumi-lo, o que torna o livro oco.
a não perder
maria joão araújo
Muito bom, gostei muito. A forma de escrita está muito bem conseguida e uma trama de personagens da mesma família acaba por nos trazer um desfecho não esperado. O esquecimento como forma de remissão e recomeço. Personagens fora do normal e bem construídas. A velhice, o amor, os remorsos.
Uma escrita diferente
Rita
Filipa Martins tem uma escrita diferente e consegue criar histórias criativas e inesperadas.
Bela surpresa
Rui P.
Se me dessem este livro sem identificação do autor, eu diria que estava a ler um escritor anglo-saxónico, daqueles que vencem o Booker Prize. Filipa Martins foi uma bela surpresa! Recomendo.
Muito bem escrito
Silvia Prates
Gosto de ler novidades e jovens autores. Filipa Martins é das jovens autoras mais inovadoras da sua geração. Gostei muito.
Com potencial internacional
Natália Crespo
Tenho acompanhado esta escritora, que atinge agora algo inesperado e único. Parece um romance internacional, com mais horizontes que os que normalmente limitam a literatura portuguesa.
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