10% de desconto

Mundo, Pára Quieto

de Ricardo Araújo Pereira
Editor: Tinta da China, outubro de 2025 ‧
17,90€
16,11€
10% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
portes grátis
Crónicas inéditas em Portugal, selecionadas entre todas as que o humorista escreveu entre 2020 e 2025 para o jornal Folha de S. Paulo.

«O Papa não só não queria repreender-nos como leu um discurso em que dizia que era possível rir de tudo, até de Deus. Olhei para a Guarda Suíça. Os guardas nem se mexeram. Nenhuma vontade de castigar aquela heresia. Ao que tudo indicava, não era uma heresia. Olhei para cima. Nos tetos ricamente pintados vi o Céu. Uma pessoa que eu conheço está lá. Teria ela ouvido o Papa a dizer que é lícito rir de tudo? É que eu levei algumas chineladas no rabo por ela ter a opinião contrária. Receio que esteja arrependida. Não precisa. Tudo está perdoado. Sempre esteve.»

«Ricardo Araújo Pereira é um dos cronistas que hoje melhor transformam ideias aparentemente chistosas em profundas elucubrações sobre a natureza humana.»
Tati Bernardi

«Não há nada no terreno do humor que Ricardo Araújo Pereira não faça à perfeição.»
Gregorio Duvivier

Mundo, Pára Quieto

de Ricardo Araújo Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896719821
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 212 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789896719821

Muito bom

Márcia

Ricardo Araújo Pereira tem o dom de nos manter interessados no que diz/ escreve. Se não fosse fã, com certeza iria ficar depois de ler.

Parar é pensar

Rosa João

Mais uma vez o estilo perspicaz e jocoso dá voz às reflexões do autor. Trata-se do habitual olhar crítico sobre o que nos rodeia.

SOBRE O AUTOR

Ricardo Araújo Pereira

Ricardo Araújo Pereira (Lisboa, 1974) é licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, e começou a sua carreira como jornalista no Jornal de Letras. É guionista desde 1998. Em 2003, com Miguel Góis, Zé Diogo Quintela e Tiago Dores, formou o Gato Fedorento. Escreve semanalmente no Expresso (Portugal) e na Folha de S. Paulo (Brasil) e é um dos elementos do Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer (SIC Notícias). É autor, juntamente com Cátia Domingues, Cláudio Almeida, Guilherme Fonseca, Joana Marques, Manuel Cardoso, Miguel Góis e Zé Diogo Quintela, e apresentador de Isto É Gozar com Quem Trabalha (SIC). Criou e apresentou o podcast Coisa Que não Edifica nem Destrói (SIC e disponível em livro na Tinta da china).
Com a Tinta da china, publicou ainda oito livros de crónicas — Boca do Inferno (2007), Novas Crónicas da Boca do Inferno (Grande Prémio de Crónica APE 2009), A Chama Imensa (2010), Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno (2013), Reaccionário com Dois Cês (2017), Estar Vivo Aleija (2018), Idiotas Úteis e Inúteis (2020) e Ideias Concretas sobre Vagas (2022) —, além dos volumes de Mixórdia de Temáticas, que reúnem os guiões do programa radiofónico, e de um ensaio: A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram num Bar (2016, também publicado no Brasil, na Colômbia e nos EUA). No Brasil estão ainda publicadas as coletâneas Se não Entenderes Eu Conto de Novo, Pá e Estar Vivo Machuca (Tinta da china Brasil, 2012 e 2022). Coordena a coleção de Literatura de Humor da Tinta da china. É o sócio n.º 12 049 do Sport Lisboa e Benfica.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU