Morte no Retrovisor

de Vasco Graça Moura
Editor: Quetzal Editores, outubro de 2008 ‧
Um menino obcecado por um periquito azul, enquanto graves coisas se vão passando; uma conversa na oficina de António Gonçalves, o impressor de Os Lusíadas; o reencontro fatal de um casal suburbano desavindo; um maestro fatigado que se deixa adormecer à beira-mar; uma história de sexo, assassínio e talvez espionagem; Graham Greene, padrinho e amante de Catherine Walston: a segunda carta que Philip Lord Chandos, filhos mais novo do Conde de Bath, escreveu a Francis Bacon; um caso de amor e morte, com a Alemanha nazi em pano de fundo e latas de sardinhas Walkyrie de permeio, uma tragédia operática no Largo do Picadeiro, os bizarros mistérios de um colégio de meninas de boas famílias… e mais uma dezena de outros universos singulares revisitados com uma ironia que vai das ficções engendradas pelo autor.

«Morte no Retrovisor demonstra mais uma vez que muita da melhor ficção nacional é obra de poetas.»
Eduardo Pitta, Público

Morte no Retrovisor

de Vasco Graça Moura

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725647394
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: outubro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 228 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725647394

SOBRE O AUTOR

Vasco Graça Moura

Personagem polifacetada da vida cultural portuguesa (Foz do Douro, 3 de janeiro de 1942 — Lisboa, 27 de abril 2014). Poeta, romancista, ensaísta, tradutor, foi secretário de Estado de dois Governos provisórios, desempenhou funções diretivas na RTP, na Imprensa Nacional e na Comissão para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Em 1999, foi eleito deputado ao Parlamento Europeu. Considerado por muitos um dos maiores, se não o maior, poeta português contemporâneo, Vasco Graça Moura é autor de uma vastíssima obra poética, ensaística e ficcional, e um nobilíssimo tradutor e divulgador das literaturas clássicas. Prémio Pessoa (1995), o Prémio de Poesia do Pen Club (1997), o Grande Prémio de Poesia da APE (1997) e o Grande Prémio de Romance e Novela APE/IPLB (2004). Foi galardoado em 2007 com o Prémio Vergílio Ferreira e com o prémio de poesia Max Jacob Étranger.

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