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Metrópolis

de Thea Von Harbou
Editor: E-primatur, outubro de 2021 ‧
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Pela primeira vez em Portugal, um dos primeiros grandes romances distópicos do século XX que deram origem a um filme mítico.
No ano de 2026, a cidade de Metrópolis é uma potência no domínio da tecnologia e da qualidade de vida. Os seus habitantes alternam sucessivamente diversas experiências, numa existência animada feita de trabalhos leves, muita cultura, ciência e também devassidão.

Mas a grande cidade vive dos trabalhadores do submundo, os seres que geram energia e são a força de trabalho que mantém a aparência imaculada de Metrópolis. Assim, estas duas classes sociais absolutamente separadas caminham para um confronto. Pelo meio há uma história de amor impossível, robots, clonagens e muitas invenções que antecipam o futuro.

Publicado originalmente em 1925 em folhetim, ao mesmo tempo que a sua autora, então esposa de Fritz Lang, escrevia o argumento do filme, aparece em formato de livro em 1926, um ano antes da esteia do filme que veio a tornar-se um dos maiores clássicos do cinema, com uma actualidade cada vez maior.

Metrópolis

de Thea Von Harbou

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898872371
Editor: E-primatur
Data de Lançamento: outubro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 119 x 211 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 292
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9789898872371

SOBRE O AUTOR

Thea Von Harbou

Thea von Harbou (1888-1954) foi uma escritora, argumentista, atriz e realizadora alemã.
Criança prodígio, criada no seio de uma família aristocrática e de funcionários públicos, estudou com tutores privados. Aos 13 anos, lia em diversas línguas e já tinha publicado histórias e um livro de poemas.
Mas Thea era uma rapariga moderna e queria ganhar a vida. Contra a vontade do pai começou a trabalhar como atriz sem nunca deixar de escrever e publicar. Casou-se muito jovem, aos 18 anos, durante a Primeira Guerra Mundial. Autora de dezenas de argumentos de alguns dos filmes mais importantes do expressionismo alemão, colaborou com o seu segundo marido, Fritz Lang, mas também com F. W. Murnau, Carl Dreyer ou E. A. Dupont.
Depois do seu divórcio de Lang, que, entretanto, tinha começado a perseguir jovens atrizes, Thea apaixona-se e casa-se secretamente com um estudante indiano a residir então na Alemanha. O casamento teve de ser secreto porque o partido nazi não permitia a união de uma ariana com um homem de pele mais escura. Nunca deixou a Alemanha mesmo durante o período nazi. Realizou dois filmes, mas não gostou da experiência, preferindo continuar a trabalhar como argumentista das películas de propaganda do regime.
No pós-guerra, foi feita prisioneira. Embora muitos a acusassem de simpatias nazis, Thea afirmou ter continuado a trabalhar para ajudar secretamente imigrantes indianos como o seu marido. Entre 1945 e 1946 trabalhou nas ruas a recolher entulho.
Anos mais tarde foi reabilitada e o cinema alemão prestou-lhe homenagem, mas Harbou estava já muito debilitada e viria a falecer aos 65 anos, tendo escrito até aos últimos momentos de vida, ditando na cama no hospital.

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