10% de desconto

Metropolis

de Thea Von Harbou
idioma: espanhol
Editor: THEMATA, março de 2015 ‧
18,35€
10% DESCONTO CARTÃO
portes grátis
METRÓPOLIS, de Thea Von Harbour, igual que la famosísima adaptación cinematrográfica que de la novela hizo Fritz Lang, en aquella época esposo de la escritora, se ha considerado siempre una obra de ciencia ficción a causa de un futurismo que, en realidad

Metropolis

de Thea Von Harbou

Propriedade Descrição
ISBN: 9788493640675
Editor: THEMATA
Data de Lançamento: março de 2015
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > História da Literatura
Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788493640675

SOBRE O AUTOR

Thea Von Harbou

Thea von Harbou (1888-1954) foi uma escritora, argumentista, atriz e realizadora alemã.
Criança prodígio, criada no seio de uma família aristocrática e de funcionários públicos, estudou com tutores privados. Aos 13 anos, lia em diversas línguas e já tinha publicado histórias e um livro de poemas.
Mas Thea era uma rapariga moderna e queria ganhar a vida. Contra a vontade do pai começou a trabalhar como atriz sem nunca deixar de escrever e publicar. Casou-se muito jovem, aos 18 anos, durante a Primeira Guerra Mundial. Autora de dezenas de argumentos de alguns dos filmes mais importantes do expressionismo alemão, colaborou com o seu segundo marido, Fritz Lang, mas também com F. W. Murnau, Carl Dreyer ou E. A. Dupont.
Depois do seu divórcio de Lang, que, entretanto, tinha começado a perseguir jovens atrizes, Thea apaixona-se e casa-se secretamente com um estudante indiano a residir então na Alemanha. O casamento teve de ser secreto porque o partido nazi não permitia a união de uma ariana com um homem de pele mais escura. Nunca deixou a Alemanha mesmo durante o período nazi. Realizou dois filmes, mas não gostou da experiência, preferindo continuar a trabalhar como argumentista das películas de propaganda do regime.
No pós-guerra, foi feita prisioneira. Embora muitos a acusassem de simpatias nazis, Thea afirmou ter continuado a trabalhar para ajudar secretamente imigrantes indianos como o seu marido. Entre 1945 e 1946 trabalhou nas ruas a recolher entulho.
Anos mais tarde foi reabilitada e o cinema alemão prestou-lhe homenagem, mas Harbou estava já muito debilitada e viria a falecer aos 65 anos, tendo escrito até aos últimos momentos de vida, ditando na cama no hospital.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR