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Mendigos e Altivos

de Albert Cossery
Editor: Antígona, agosto de 2020 ‧
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Mendigos e Altivos, romance de 1955, é considerado a obra-prima de Albert Cossery, e foi objecto de três adaptações: duas ao cinema e uma em banda desenhada.

Mendigo por decisão própria, Gohar, ex-professor universitário de Literatura e Filosofia, conduz-nos, através das ruas do Cairo e das ciladas da moral, a um conhecimento bruto e desprendido das peias com que a sociedade moderna abafa, logo à nascença, as possibilidades vitais dos seres humanos.

Uma visão do mundo civilizado enquanto inutilidade orgânica, num explosivo cocktail de escárnio e reflexão.

«Não fazer nada é uma actividade interior; não é preguiça, é reflexão.»
Albert Cossery

Mendigos e Altivos

de Albert Cossery

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726083726
Editor: Antígona
Data de Lançamento: agosto de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 208 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726083726

Um grande livro

Sandra

Neste livro, pleno de humor e ironia, fala-se da liberdade dos que nada têm a perder. E da infelicidade dos que se deixam escravizar pelas convenções burguesas. A defesa enfática do ser em vez do ter.

Emoção

Silversspoon

Este livro é uma reflexão que devíamos ter presente no nosso quotidiano. Através de uma história é possível retirar conclusões bastante importantes e não tão distantes como possamos achar. Belíssimo livro de um belíssimo autor

Interessante

João Baptista

Uma perspectiva perspicaz sobre um grupo de anarquistas de elite no Cairo em pleno século XX.

SOBRE O AUTOR

Albert Cossery

Albert Cossery nasceu no Cairo em 1913 e viveu em Paris desde 1945, no mesmo modesto quarto de hotel, no bairro de Saint-Germain-des-Prés, onde veio a morrer em 2008. Escritor egípcio de língua francesa, amigo de Albert Camus, Lawrence Durrell e Henry Miller, estreou-se na ficção em 1940 com Os Homens Esquecidos de Deus. Depois disso editou apenas oito títulos — porque o autor, adepto da indolência, sempre fez questão de não ultrapassar as suas médias: uma linha por semana, um livro de oito em oito anos. Contemplado em 1990 com o Grande Prémio da Francofonia, atribuído pela Academia Francesa ao conjunto da sua obra, e em 2000 com o Prémio Mediterrâneo pelo seu último romance, As Cores da Infâmia, Albert Cossery tem vindo a ser descoberto geração após geração, e os seus livros estão traduzidos em inglês, alemão, árabe, checo, castelhano e português.

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