Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis
Editor: Tinta da China, setembro de 2023 ‧
25,90€
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Um clássico absoluto de Machado de Assis na Colecção de Literatura de Humor dirigida por Ricardo Araújo Pereira. Com prefácio de Abel Barros Baptista. A partir da campa, ou seja, já depois de morto, o grande herói-banal Brás Cubas, que marcou uma viragem definitiva na obra de Machado de Assis, recorda com sarcasmo, humor e alguma amargura a vida que deixou para trás. Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas Memórias Póstumas - «Uma trapalhada, decerto, mas humorística, quer dizer: impiedosa e originalíssima, o seu tanto cruel, o seu tanto brincalhona, quase sempre amarga, quase oblíqua. O livro, de facto, foi escrito, sabemo-lo desde o início, com a pena da galhofa e a tinta da melancolia. Que se podia esperar desse conúbio…?»
Abel Barros Baptista, Prefácio

Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896717698
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: setembro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 213 x 26 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 344
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896717698

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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