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Memorias Póstumas De Brás Cubas

de Machado de Assis
idioma: espanhol
Editor: Editorial Sexto Piso, setembro de 2017 ‧
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Obra singular en el marco de la literatura brasileña, por un lado rompe con las fórmulas del Romanticismo y, por otro, anticipando recursos del Modernismo y descubrimientos del psicoanálisis, es extremadamente osada en su exposición irónica y mordaz de los privilegios de la élite carioca de la época. Estas peculiares memorias de ultratumba, texto que en su momento supuso un auténtico punto y aparte en su país por su experimentalismo y por su originalidad, constituyen una oportunidad de conocer y disfrutar una de las obras maestras de la literatura brasileña y de acercarse a un autor tan valioso y en realidad tan poco conocido por estos lares como Machado de Assis.

Memorias Póstumas De Brás Cubas

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416677597
Editor: Editorial Sexto Piso
Data de Lançamento: setembro de 2017
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 408
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788416677597

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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