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Memórias de um Sargento de Milícias

de Manuel Antônio de Almeida

idioma: português do brasil, português
editor: Diversos, maio de 2006
Nascido no Rio de Janeiro em 17 de novembro de 1831, ingressa no curso de Medicina, no qual se forma em 1855. Ainda estudante, colabora no jornal 'Correio Mercantil', onde publica 'Memórias de um Sargento de Milícias', entre 1852 e 1853. Além de 'Memórias de um Sargento de Milícias', deixou o drama lírico 'Dois Amores'. Morreu em 28 de novembro de 1861, no naufrágio do vapor Hermes.

Memórias de um Sargento de Milícias

de Manuel Antônio de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9788533622067
Editor: Diversos
Data de Lançamento: maio de 2006
Idioma: Português do Brasil, Português
Dimensões: 125 x 188 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 267
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9788533622067
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Manuel Antônio de Almeida

Manuel Antônio de Almeida, escritor e jornalista brasileiro, militante na imprensa liberal, nasceu no bairro da Gamboa, no Rio de Janeiro, em 17/11/1831, e faleceu no naufrágio do vapor Hermes, que navegava de Macaé a Campos, em 28/11/1861, cidade para a qual se dirigia a fim de granjear apoios para o cargo de deputado provincial. Além das Memórias de um sargento de milícias, publicadas primeiramente no jornal carioca Correio Mercantil entre 1852 e 1853 e depois em livro entre 1854 e 1855, escreveu também a ópera Dois amores, publicada e encenada em dezembro de 1861, e traduziu do francês o folhetim Gondicar, ou o amor do cristão, de Louis Friedel, o romance O rei dos mendigos, de Paul Féval, e participou, com Machado de Assis e outros, da malograda tradução do trabalho O Brasil pitoresco, de Charles Ribeyrolles. Além disso, escreveu artigos e poesias na imprensa, vários deles assinados, mas a maioria sem assinatura, em virtude do anonimato que muita vez predominava nesse meio. Entre 1857 e 1859, exerceu o cargo de diretor da Tipografia Nacional, e foi ali que fez amizade com Machado de Assis. Parece ter passado por grandes apuros materiais. Formado em medicina, com tese defendida em 1855, jamais praticou esse ofício. O valor de sua obra só foi efetivamente reconhecido no século XX, sobretudo a partir do Movimento Modernista, deflagrado em 1922.

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