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Memória Doutro Rio

Livro 10

de Eugénio de Andrade
Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, outubro de 2014 ‧
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Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

Publicado pela primeira vez em 1978, terra e infância impõem-se neste livro como mito de uma idade passada, memória doutro rio, sob a forma de poema em prosa. Como nos diz Fernando Guimarães, no prefácio a esta edição, «"Memória Doutro Rio", que foi publicado em 1978, recolhe 51 poemas em prosa. Note-se desde já que os poemas em prosa no caso deste livro podem ser mesmo considerados apenas como poemas, porque neles há uma intensificação expressiva, uma concentração de figuras, desde a imagem à metáfora, e um ritmo que dispensa essa distinção um pouco especiosa. Na obra do poeta aparece mais um livro com poemas em prosa, "Vertentes do Olhar", e um relativamente longo poema também em prosa no final de "Rente ao Dizer", o qual se intitula "Cântico". Os dois livros citados e este poema situam-se, na obra de Eugénio de Andrade, entre 1978 e 1992. No entanto, já num livro de 1950, "Os Amantes Sem Dinheiro", aparece como seu limiar um texto em prosa que ganha uma entonação memorialista, o que, como veremos, irá atingir uma maior amplitude mais tarde. Será sem dúvida no presente livro, isto é, cerca de trinta anos depois.»

Memória Doutro Rio

de Eugénio de Andrade

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1792-1
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: outubro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Eugénio de Andrade
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972371792110
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Eugénio de Andrade

Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no Fundão. Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais de cinquenta anos de atividade poética. Revelou-se em 1948, com As Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950, Os Amantes sem Dinheiro. Os seus livros foram traduzidos em muitos países e ao longo da sua vida foi distinguido com inúmeros prémios, entre eles o Prémio Camões, em 2001. Morreu a 13 de junho de 2005 no Porto, cidade que o acolheu mais de metade da sua vida.

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