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Mémoires D'Un Amnésique ; Cahiers D'Un Mammifère

de Erik Satie
idioma: francês
Editor: OMBRES, junho de 2010 ‧
10,60€
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Outre des notes autobiographiques et des aphorismes percutants, l'oeuvre écrite d'Erik Satie témoigne d'une réflexion originale sur la musique en général, mais aussi en relation avec les autres disciplines artistiques, la poésie et la peinture tout particulièrement. Nous présentons ici l'intégralité des textes que le compositeur a publiés sous son nom dans diverses revues d'avant-garde. Cette édition a été établie d'après les publications originales, en respectant l'usage de la ponctuation, si singulier, de son auteur : Mémoires d'un amnésique, Cahiers d'un mammifère, Observations d'un imbécile (Moi), suivi de divers écrits publiés entre 1895 et 1924. L'esprit de Satie revêt mille formes divertissantes. Il va de l'humour pince-sans-rire à la grosse charge d'atelier, de l'ironie la plus fine à la cocasserie ahurissante... Ces écrits sont évidement des morceaux d'anthologie. Ils sont dignes d'Alphonse Allais et de Jules Renard, comme d'Alfred Jarry.

Mémoires D'Un Amnésique ; Cahiers D'Un Mammifère

de Erik Satie

Propriedade Descrição
ISBN: 9782841421886
Editor: OMBRES
Data de Lançamento: junho de 2010
Idioma: Francês
Dimensões: 119 x 171 x 13 mm
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Coleção: Petite Bibliotheque Ombres
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Música
Livros em Francês > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9782841421886

SOBRE O AUTOR

Erik Satie

Erik Satie foi um compositor e pianista francês nascido a 17 de maio de 1866 em Honfleur, França, e falecido a 1 de julho de 1925 em Paris. Satie é amplamente lembrado como uma das figuras mais excêntricas e inovadoras da música clássica do início do século XX. Ele é considerado um precursor de vários movimentos musicais modernos, incluindo o minimalismo, a música ambiente e até o surrealismo, influenciando profundamente compositores e artistas que vieram depois dele.

Satie começou os seus estudos musicais no Conservatório de Paris, mas não se adaptou ao ambiente académico tradicional, sendo considerado pelos seus professores como indisciplinado e sem talento. No entanto, ele continuou a desenvolver o seu estilo único, caracterizado por simplicidade, repetição e uma certa excentricidade. Este estilo tornou-se evidente em uma das suas obras mais conhecidas, as "Gymnopédies" (1888), um conjunto de três peças para piano. Com o seu ritmo lento e sonoridade etérea, estas peças são frequentemente associadas ao início da música ambiente e minimalista.

Além das "Gymnopédies", Satie também é conhecido pelas "Gnossiennes", que demonstram a sua habilidade em criar atmosferas introspectivas e enigmáticas. Essas composições, desprovidas de marcações de tempo ou dinâmicas convencionais, convidam o intérprete a explorar um mundo sonoro de grande liberdade interpretativa, refletindo a abordagem inovadora e pouco ortodoxa de Satie à composição.

Satie não era apenas um compositor, mas também uma figura cultural significativa e excêntrica, conhecida pelo seu humor mordaz e pelo seu estilo de vida pouco convencional. Ele se autodenominava "gymnopedista" e "phonometrographer", termos que inventou para refletir a sua aversão aos rótulos tradicionais. A sua excentricidade estendia-se também aos seus escritos e anotações musicais, que frequentemente continham humor, ironia e críticas à sociedade e ao mundo da música clássica.

No âmbito das artes, Satie foi um importante influenciador do movimento Dada e do surrealismo, colaborando com artistas como Jean Cocteau e Pablo Picasso. Um exemplo notável dessa colaboração é a peça "Parade" (1917), um balé criado em conjunto com Cocteau e Picasso, que se destaca como um marco na junção da música com as vanguardas artísticas da época.

Erik Satie deixou um legado duradouro na música e na arte, sendo celebrado não apenas pelas suas composições, mas também pela sua influência em diversos movimentos artísticos do século XX. A sua abordagem inovadora à música e à vida continua a inspirar músicos e artistas até hoje.

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