Matela
Investigar, historiar, contar
Editor:
Edições Vieira da Silva, setembro de 2018 ‧
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SINOPSE
Matela é uma aldeia transmontana do concelho de Vimioso, sem referências bibliográficas históricas, investigativas ou etnográficas, perdida entre as ladeiras atapetadas de giestas e estevas que bordejam os rios Sabor e Maçãs, nascidos em Espanha.
É um manifesto contra o esquecimento imemorial, que consocia os matelenses intemporais com o passado oculto, ora relembrado: reclamando direito à história na pré e na pós-nacionalidade; descobrindo a sociedade rural e agropastoril isolada, dos séculos XVIII e XIX, que se infere do Interrogatório mandado fazer por Marquês de Pombal logo depois de terramoto de 1755; preservando costumes, tradições e festividades originários da Antiguidade, cristianizados, uns, mantendo as características pagãs, outros; imortalizando o Pordomingo como local mirífico de aceitação e entrada dos rapazes na adultícia e espaço venerado de encontro de rapazes e raparigas; divulgando, por fim, contos rurais protagonizados pelo autor ou escutados na puridade dos recantos solheiros, apetecíveis nos dias desocupados e frios de inverno.
Matela - Investigar, Historiar, Contar encerra historicidade surpreendente, informação enternecedora e respostas coletivas incontáveis que os descendentes da diáspora matelense, iniciada na primeira metade do século XX, desejam confrontar com as referências ciciadas por antepassados próximos, ou ambicionam conseguir para suprir a ausência de menções ou de relatos, silenciados por pais e avós na ancianidade e protérvia que marcam o fim.
É um manifesto contra o esquecimento imemorial, que consocia os matelenses intemporais com o passado oculto, ora relembrado: reclamando direito à história na pré e na pós-nacionalidade; descobrindo a sociedade rural e agropastoril isolada, dos séculos XVIII e XIX, que se infere do Interrogatório mandado fazer por Marquês de Pombal logo depois de terramoto de 1755; preservando costumes, tradições e festividades originários da Antiguidade, cristianizados, uns, mantendo as características pagãs, outros; imortalizando o Pordomingo como local mirífico de aceitação e entrada dos rapazes na adultícia e espaço venerado de encontro de rapazes e raparigas; divulgando, por fim, contos rurais protagonizados pelo autor ou escutados na puridade dos recantos solheiros, apetecíveis nos dias desocupados e frios de inverno.
Matela - Investigar, Historiar, Contar encerra historicidade surpreendente, informação enternecedora e respostas coletivas incontáveis que os descendentes da diáspora matelense, iniciada na primeira metade do século XX, desejam confrontar com as referências ciciadas por antepassados próximos, ou ambicionam conseguir para suprir a ausência de menções ou de relatos, silenciados por pais e avós na ancianidade e protérvia que marcam o fim.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897790652 |
| Editor: | Edições Vieira da Silva |
| Data de Lançamento: | setembro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 147 x 219 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 172 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789897790652 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um livro a guardar para a vida
DG
Um livro a guardar e a passar entre as gerações nativas de Matela e não só. Permite reviver o passado. Uma verdadeira relíquia cultural de uma aldeia desertificada e que em tempos foi cheia de vida e de costumes intemporais. Obrigada ao autor.
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