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Marx, Engels e a Crítica do Utopismo

de José Barata-Moura
Editor: Editorial Avante, outubro de 2015 ‧
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Para os revolucionários a história é para fazer: com lucidez, num quotidiano trabalho endógeno da contrariedade do real, nos seus meandros e nas suas vicissitudes. «Para os revolucionários que ao "nome" juntam a "coisa", a história não é para antecipar, em ficcionadas visões apoteóticas do maravilhoso que vai ser, e de como há-de ser.

Marx, Engels e a Crítica do Utopismo

de José Barata-Moura

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725504307
Editor: Editorial Avante
Data de Lançamento: outubro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 209 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 364
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789725504307

SOBRE O AUTOR

José Barata-Moura

José Adriano Rodrigues Barata-Moura GOSE (Lisboa, 26 de junho de 1948) é um filósofo e cantor português.

Fez os estudos pré-universitários em França e obteve na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a licenciatura (1970) e o doutoramento (1980) em Filosofia. Reitor da Universidade de Lisboa, entre 1998 e 2006, é professor catedrático da respetiva Faculdade de Letras, desde 1986, onde foi também presidente do Conselho Diretivo, de 1981 a 1982. Membro de várias sociedades científicas, foi presidente da Internationale Gesellschaft für dialektische Philosophie, de 1996 a 2000. É membro do Conselho de Administração do Portal Universia Portugal, desde 2002. Foi eleito membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa (Classe de Letras), em 2008.

Barata-Moura deu-se a conhecer também como cantor de intervenção. Em 1970 cantou pela primeira vez na televisão, no programa Zip-Zip, apresentando a música Ballade du Bidonville, cuja tradução foi interdita pela censura. Popularizou-se como cantor infantil, sendo autor de músicas célebres como Joana come a papa, Olha a bola Manel e o Fungágá da Bicharada.

É militante do Partido Comunista Português, tendo sido mandatário nacional da candidatura presidencial de Francisco Lopes, em 2011.

A 30 de Janeiro de 2006 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.

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