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Marinho, um Falsário no Alentejo

de Jorge Branco
Editor: Edições Colibri, agosto de 2024 ‧
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O hábil farsante que Jorge Branco nos apresenta nesta ficção, tem traço firme aprimorado num curso de desenho industrial e esse é um trunfo precioso no rigor dos primeiros passaportes falsos que hão de sair das suas mãos, safando da guerra colonial avulsos compatriotas.

Ao traçar, com fino poder de observação e vertiginoso ritmo narrativo, o fio de sucessos do jovem estudante Marinho, o autor apresenta-nos um fresco sobre um tempo português e os seus subterrâneos, na outra margem do país resignado e dócil. O precoce Marinho falsifica tudo o que seja necessário para tornar verosímil cada escolha profissional ou académica e ainda lhe sobra tempo para desenhar "sereias".

Marinho, um Falsário no Alentejo

de Jorge Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895664344
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: agosto de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 230 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 226
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895664344

SOBRE O AUTOR

Jorge Branco

Jorge Branco nasceu na aldeia de Comenda, concelho de Gavião, distrito de Portalegre, em 22 de novembro de 1953. Nesse amplo espaço viveu e estudou até 1973, ano em que se matriculou na Faculdade de Medicina de Lisboa, concluindo a licenciatura em 1980. É médico especialista em Medicina Geral e Familiar. Como médico de família trabalhou em Almada, Barreiro, Santo André (Quinta da Lomba) e Sacavém. É formador, na área da medicina geral e familiar, pela Ordem dos Médicos. É também médico hidrologista.
Apesar de viver na região de Lisboa desde 1973, nunca descurou as raízes que tem na Comenda, onde sempre teve casa e vem regularmente; convivendo com comendenses residentes e da diáspora. Além da escrita, gosta de cuidar das suas hortas, na aldeia, como hortelão. Embora tenha escrito artigos em alguns periódicos, de forma muito irregular, descontando a fase poética (ainda hibernada) da sua adolescência, só em 2012 retomou o gosto pela escrita de forma mais constante.

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