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Dói-me Tudo, Senhor Doutor!

Estórias com humor apesar da covid-19

de Jorge Branco
Editor: Edições Colibri, março de 2022 ‧
15,00€
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«Esta obra consegue-nos transportar para a realidade da clínica, fazendo-nos sorrir com várias estórias com humor. Um humor que, tal como a história da humanidade nos comprova, também é uma forma de resistência. Resistência à dor, à solidão, à doença, à incompreensão e, claro, à pandemia de Covid-19. O mérito deste livro está no equilíbrio entre saberes profissionais e um humor acutilante. Congratulo o trabalho de Jorge Branco. Precisávamos deste registo que encara a pandemia com outro olhar, num ângulo diferente. Sério e divertido. Complexo e leve. Para pensar e sorrir.»

(in prefácio) Miguel Guimarães, Bastonário da Ordem dos Médico

Dói-me Tudo, Senhor Doutor!

Estórias com humor apesar da covid-19

de Jorge Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895661664
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: março de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 237 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789895661664

SOBRE O AUTOR

Jorge Branco

Jorge Branco nasceu na aldeia de Comenda, concelho de Gavião, distrito de Portalegre, em 22 de novembro de 1953. Nesse amplo espaço viveu e estudou até 1973, ano em que se matriculou na Faculdade de Medicina de Lisboa, concluindo a licenciatura em 1980. É médico especialista em Medicina Geral e Familiar. Como médico de família trabalhou em Almada, Barreiro, Santo André (Quinta da Lomba) e Sacavém. É formador, na área da medicina geral e familiar, pela Ordem dos Médicos. É também médico hidrologista.
Apesar de viver na região de Lisboa desde 1973, nunca descurou as raízes que tem na Comenda, onde sempre teve casa e vem regularmente; convivendo com comendenses residentes e da diáspora. Além da escrita, gosta de cuidar das suas hortas, na aldeia, como hortelão. Embora tenha escrito artigos em alguns periódicos, de forma muito irregular, descontando a fase poética (ainda hibernada) da sua adolescência, só em 2012 retomou o gosto pela escrita de forma mais constante.

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